terça-feira, 28 de abril de 2009

Questões étnico-raciais na educação: sociologia e história.
Ao nosso meio estamos rodeados de pessoas vindas de diferentes culturas e etnias, no qual convivemos, interagimos diariamente com elas. Por isso a importância de se trabalhar com a diversidade na escola. E a atividade do mosaico étnico-racial, fez com que os alunos analisassem e refletissem sobre o EU e os OUTROS, relatando diferenças e semelhanças entre as pessoas do seu convívio, que devem ser valorizadas e respeitadas por todos.
È na escola, na interação entre os colegas, nas pequenas atitudes do dia a dia, não discriminando, respeitando as diferenças que iniciamos a inclusão na escola. Trabalhando a diversidade, com certeza estamos dando direito de todos conviverem em harmonia, independente de classe social, etnia, gênero, que todos se sintam incluídos na sociedade.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Desenvolvimento e aprendizagem sob o enfoque da psicologia II
Ao estudar os textos propostos pela interdisciplina de Psicologia pude perceber que é fundamental a ação do sujeito para que aconteça a aprendizagem, pois, conforme diz no texto de Fernando Becker “O aluno só aprenderá alguma coisa, construirá algum conhecimento novo, se ele agir e problematizar sua ação”.
Durante as etapas de nossas vidas muitas coisas nos foram ensinadas, muitas se tornaram aprendizagens significativas, já outras não.
A aprendizagem se dá na convivência com o outro, no diálogo, na troca de informações entre as pessoas, por isso a importância de se aprender algo com prazer, com curiosidade e não como sendo algo imposto pelo professor.

O modo como nos é passado uma informação faz toda a diferença, por isso a importância de nós educadores estimular nossos alunos a querer aprender sempre mais, motivando-os dia a dia, trazendo aulas mais divertidas e atrativas..... A aprendizagem só terá algum significado se acontecer naturalmente, experimentando, observando, manipulando materiais, levantando hipóteses, aproximando-o do conhecimento, partindo de uma curiosidade inicial dos alunos, tornando-os sujeitos críticos e investigativos.

sábado, 11 de abril de 2009

Psicologia
A leitura do texto “Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos” do professor Fernando Becker nos mostra três formas de representar a relação ensino-aprendizagem:
Pedagogia Diretiva ( Tradicionalista)
O professor fala e o aluno escuta
O aluno é uma folha em branco, tábua rasa, que precisa ensinar tudo ao aluno que nada sabe.
Pedagogia Não-diretiva
O professor é um auxiliador, um facilitador do aluno
O aluno aprende por si mesmo, despertando o conhecimento que já existe nele.
Pedagogia Relacional ( Construtivista)
O professor geralmente traz algum material para ser explorado.
O aluno só aprende alguma coisa, construirá algum conhecimento novo, se ele agir e problematizar sua ação.
Antes de entrar na escola a criança já carrega consigo um número grande de informações que com certeza servirá de base para a construção de novos conhecimentos, discordando da pedagogia diretiva que diz que o aluno é como uma folha em branco que chega até a escola sem saber nada e o professor precisa ensinar tudo.
Acredito e espero que hoje não encontramos em ambientes escolares professores que pensam e agem desta forma, totalmente equivocada.
Felizmente com o passar dos anos este modelo tradicionalista, convencional, sem sucesso, foi perdendo força, dando destaque ao construtivismo, a pedagogia relacional, inovadora, transformadora, na busca do melhor que podemos oferecer aos nossos alunos.
Este texto nos faz refletir sobre o nosso “fazer pedagógico”, nos questionar a maneira como estamos conduzindo nossas aulas, se estou trazendo idéias criativas e interessantes para meus alunos, se está sendo prazeroso para eles, se estão sendo motivados dia a dia..., ou estamos acomodados, com medo da mudança, moldando nossos alunos, como na pedagogia diretiva.
Queremos que futuramente se tornem adultos passivos, que aceitam tudo sem questionar? Ou que se tornem sujeitos críticos, com seus próprios pensamentos e opiniões?
A educação é à base de tudo, por isso a importância de enriquecer a cada dia nossas aulas, dando o melhor de nós, para que nossos alunos tenham um futuro brilhante.

terça-feira, 31 de março de 2009

Educação de pessoas com necessidades educacionais especiais
A leitura do texto " História, Deficiência e Educação Especial" me causou indignação pelo fato de que na era pré-cristã, as pessoas com necessidades educacionais especias eram abandonadas, perseguidas e a sociedade aprovava estas atitudes, não demonstrando nenhuma preocupação e interesse para com estas pessoas.
Com o passar dos anos surgiu uma preocupação de integrar socialmente as pessoas que apresentavam alguma deficiência, oferecendo educação especial, em escolas públicas, com o objetivo de integrá-los em ambientes escolares.
Na luta pelos direitos iguais para todos , esse movimento ganha força, garantindo na lei da Constituição Federal de 1988:" o direito de todos á educação, garantindo assim o atendimento educacional de pessoas que apresentam necessidades educacionais especiais".
Mas ainda há um longo caminho a ser percorrido, além das transformações nas estruturas escolares, precisamos acabar com o preconceito, discriminação, respeitar as diferenças e que os professores estejam preparados para receber os mais diferentes casos na qual surgirem.
A escola precisa estar mobilizada, trabalhar em conjunto, com a participação de todos no processo de inclusão. Que as crianças com necessidades especiais saiam da exclusão em que se encontram e possam aprender junto de outros alunos, em escolas regulares, em salas de aulas comuns, oferecendo educação de qualidade para todos.
Questões étnico-raciais na educação: sociologia e história.
Como é difícil fazer uma descrição de nós mesmos, descrever como me vejo e ainda mais difícil é falar de como as pessoas me vêem. Buscar encontrar marcas externas e invisíveis de meus familiares com as quais eu me pareço, das pessoas que fazem parte da minha história, que participam ativamente dos mais diferentes momentos da minha vida, encontrando diferenças e semelhanças.

Foi de grande valia para mim, resgatar costumes, tradições de nossa ancestralidade, que hoje em dia em meio a tantos avanços tecnológicos, a tanto modernismo, não podemos deixar que nossas origens fique no esquecimento, pessoas que fazem ou fizeram parte de nossa história, relembrar momentos já vivenciados através de fotografias, ou resgatar nossas origens através do diálogo com os mais velhos ,revelando coisas interessantes e inesquecíveis , momentos que ficarão registrados em nossa memória, construindo assim nossa história.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Com base no texto “Noções Gerais sobre o financiamento da educação no Brasil”, de José Marcelino de Rezende Pinto e Thereza Adrão, pude perceber que o financiamento da educação no Brasil vem sofrendo alterações com suas emendas, desde a Constituição federal (CF) de 1934 até a CF de 1988, com o intuito de garantir um padrão mínimo de qualidade na manutenção e desenvolvimento do ensino, aumentando esse percentual, ficando a União com 18% no mínimo da receita resultante de impostos para a educação e estados e municípios 25%.
Alterações ocorreram no financiamento da educação com a mudança do
FUNDEF- (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino e de Valorização do Magistério), para FUNDEB- (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização do Magistério), onde os recursos do fundo são depositados numa conta específica na unidade da federação na qual faça parte, sendo os mesmos distribuídos na proporção da matrícula dos alunos na rede regular de ensino, ou seja, no sistema municipal, (priorizando os alunos de educação infantil e ensino fundamental), já nos estados, (alunos do ensino fundamental e médio), baseando-se nos dados do Censo escolar.
Para fiscalizar estes recursos, são criados Conselhos de Acompanhamento e Controle Fiscal do Fundo de manutenção e Desenvolvimento da Educação básica e de valorização do magistério - FUNDEB, garantindo melhor distribuição desses recursos destinados à melhoria da educação básica, oferecendo o mínimo de qualidade para todos que freqüentam a escola.




terça-feira, 14 de outubro de 2008

Organização do Ensino Fundamental

A leitura do texto “Organização curricular da escola e avaliação da aprendizagem” de Maria Beatriz Gomes da Silva nos diz que o currículo é o coração da escola, e que esta organização curricular está dividida em regime CICLADO ou regime SERIADO.
O regime seriado está mais voltado à pedagogia tradicionalista, voltada para a inserção no mercado de trabalho, já o regime ciclado a pedagogia é inovadora, democrática, inclusiva. No regime ciclado diz que “o conhecimento não é transmitido nem está pronto, mas sim construído permanentemente”.
Infelizmente o texto me fez perceber que a escola onde trabalho tem mais a ver com o regime seriado que com o ciclado, como ainda acontece na grande maioria de nossas escolas brasileiras.
No texto diz que “na construção do PPP todos os envolvido devem estar presentes, discutindo, debatendo nas tomadas de decisões da escola, como professores, alunos, pais e funcionários”. Mas na escola onde trabalho não é bem assim que acontece, desta construção participa somente professores juntamente com a secretaria do município, pois, em nossa escola não existe CPM.
Como nossa escola será democrática e inclusiva, se pais, alunos, funcionários não participam das tomadas de decisões da escola? Como vamos saber o que é melhor para nosso aluno, se os maiores interessados para que isso aconteça não se fazem presentes nestas discussões? É preciso sair do comodismo, arregaçar nossas mangas e iniciar esta transformação agora, já.
Nossa escola precisa urgentemente de mudança, reformulando nosso PPP, envolvendo todos os segmentos (pais, aluno, professores e funcionários), na construção do mesmo, participando, discutindo, elaborando um currículo voltado para a realidade na qual a escola faça parte, decidindo em conjunto metas e planos de acordo com os interesses e necessidades dos alunos, valorizando a cultura, o saber e as experiências que eles trazem consigo, só assim estaremos a caminho de uma educação de melhor qualidade para todos.