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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Psicologia
Desde o nascimento até atingir a vida adulta, todo indivíduo passa por quatro estágios de desenvolvimento: Sensório-motor (0-24 meses), pré-operatório (2-7anos), operatório concreto (7,11,12anos) e operatório formal( 12anos em diante).
A realização da atividade do método clínico com uma criança de qualquer idade, com auxílio de algum material concreto nos diz em que estágio de desenvolvimento se encontra, pois, conforme diz Piaget, “as idades de ocorrência dos estádios são extremamente variáveis de um sujeito a outro.”
A idade cronológica não determina exatamente em que estágio de desenvolvimento se encontra o sujeito, mas sim nas suas atitudes e ações, na sua maneira de pensar e agir..., nas suas características cognitivas que dirão em que período se encontra.
A atividade realizada com uma criança de 7 anos, indica que se enquadra no operatório concreto, pois, apresenta características evidentes dessa fase, como organização do pensamento lógico, período marcado por grandes aquisições intelectuais, como na atividade desenvolvida (com duas bolinhas de massinha de modelar de tamanhos iguais), ela conseguiu perceber/acompanhar que mesmo uma das bolinhas sofresse inúmeras transformações, com certeza, teria a mesma quantidade inicial.
Conforme a criança vai se desenvolvendo, na interação, na estimulação do meio físico e social ela vai adquirindo maturação, fundamental para seu desenvolvimento e equilíbrio.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Desenvolvimento e aprendizagem sob o enfoque da psicologia II
Ao estudar os textos propostos pela interdisciplina de Psicologia pude perceber que é fundamental a ação do sujeito para que aconteça a aprendizagem, pois, conforme diz no texto de Fernando Becker “O aluno só aprenderá alguma coisa, construirá algum conhecimento novo, se ele agir e problematizar sua ação”.
Durante as etapas de nossas vidas muitas coisas nos foram ensinadas, muitas se tornaram aprendizagens significativas, já outras não.
A aprendizagem se dá na convivência com o outro, no diálogo, na troca de informações entre as pessoas, por isso a importância de se aprender algo com prazer, com curiosidade e não como sendo algo imposto pelo professor.

O modo como nos é passado uma informação faz toda a diferença, por isso a importância de nós educadores estimular nossos alunos a querer aprender sempre mais, motivando-os dia a dia, trazendo aulas mais divertidas e atrativas..... A aprendizagem só terá algum significado se acontecer naturalmente, experimentando, observando, manipulando materiais, levantando hipóteses, aproximando-o do conhecimento, partindo de uma curiosidade inicial dos alunos, tornando-os sujeitos críticos e investigativos.

sábado, 11 de abril de 2009

Psicologia
A leitura do texto “Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos” do professor Fernando Becker nos mostra três formas de representar a relação ensino-aprendizagem:
Pedagogia Diretiva ( Tradicionalista)
O professor fala e o aluno escuta
O aluno é uma folha em branco, tábua rasa, que precisa ensinar tudo ao aluno que nada sabe.
Pedagogia Não-diretiva
O professor é um auxiliador, um facilitador do aluno
O aluno aprende por si mesmo, despertando o conhecimento que já existe nele.
Pedagogia Relacional ( Construtivista)
O professor geralmente traz algum material para ser explorado.
O aluno só aprende alguma coisa, construirá algum conhecimento novo, se ele agir e problematizar sua ação.
Antes de entrar na escola a criança já carrega consigo um número grande de informações que com certeza servirá de base para a construção de novos conhecimentos, discordando da pedagogia diretiva que diz que o aluno é como uma folha em branco que chega até a escola sem saber nada e o professor precisa ensinar tudo.
Acredito e espero que hoje não encontramos em ambientes escolares professores que pensam e agem desta forma, totalmente equivocada.
Felizmente com o passar dos anos este modelo tradicionalista, convencional, sem sucesso, foi perdendo força, dando destaque ao construtivismo, a pedagogia relacional, inovadora, transformadora, na busca do melhor que podemos oferecer aos nossos alunos.
Este texto nos faz refletir sobre o nosso “fazer pedagógico”, nos questionar a maneira como estamos conduzindo nossas aulas, se estou trazendo idéias criativas e interessantes para meus alunos, se está sendo prazeroso para eles, se estão sendo motivados dia a dia..., ou estamos acomodados, com medo da mudança, moldando nossos alunos, como na pedagogia diretiva.
Queremos que futuramente se tornem adultos passivos, que aceitam tudo sem questionar? Ou que se tornem sujeitos críticos, com seus próprios pensamentos e opiniões?
A educação é à base de tudo, por isso a importância de enriquecer a cada dia nossas aulas, dando o melhor de nós, para que nossos alunos tenham um futuro brilhante.