Psicologia
A leitura do texto “Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos” do professor Fernando Becker nos mostra três formas de representar a relação ensino-aprendizagem:
Pedagogia Diretiva ( Tradicionalista)
O professor fala e o aluno escuta
O aluno é uma folha em branco, tábua rasa, que precisa ensinar tudo ao aluno que nada sabe.
Pedagogia Não-diretiva
O professor é um auxiliador, um facilitador do aluno
O aluno aprende por si mesmo, despertando o conhecimento que já existe nele.
Pedagogia Relacional ( Construtivista)
O professor geralmente traz algum material para ser explorado.
O aluno só aprende alguma coisa, construirá algum conhecimento novo, se ele agir e problematizar sua ação.
Antes de entrar na escola a criança já carrega consigo um número grande de informações que com certeza servirá de base para a construção de novos conhecimentos, discordando da pedagogia diretiva que diz que o aluno é como uma folha em branco que chega até a escola sem saber nada e o professor precisa ensinar tudo.
Acredito e espero que hoje não encontramos em ambientes escolares professores que pensam e agem desta forma, totalmente equivocada.
Felizmente com o passar dos anos este modelo tradicionalista, convencional, sem sucesso, foi perdendo força, dando destaque ao construtivismo, a pedagogia relacional, inovadora, transformadora, na busca do melhor que podemos oferecer aos nossos alunos.
Este texto nos faz refletir sobre o nosso “fazer pedagógico”, nos questionar a maneira como estamos conduzindo nossas aulas, se estou trazendo idéias criativas e interessantes para meus alunos, se está sendo prazeroso para eles, se estão sendo motivados dia a dia..., ou estamos acomodados, com medo da mudança, moldando nossos alunos, como na pedagogia diretiva.
Queremos que futuramente se tornem adultos passivos, que aceitam tudo sem questionar? Ou que se tornem sujeitos críticos, com seus próprios pensamentos e opiniões?
A educação é à base de tudo, por isso a importância de enriquecer a cada dia nossas aulas, dando o melhor de nós, para que nossos alunos tenham um futuro brilhante.
terça-feira, 31 de março de 2009
Educação de pessoas com necessidades educacionais especiais
A leitura do texto " História, Deficiência e Educação Especial" me causou indignação pelo fato de que na era pré-cristã, as pessoas com necessidades educacionais especias eram abandonadas, perseguidas e a sociedade aprovava estas atitudes, não demonstrando nenhuma preocupação e interesse para com estas pessoas.
Com o passar dos anos surgiu uma preocupação de integrar socialmente as pessoas que apresentavam alguma deficiência, oferecendo educação especial, em escolas públicas, com o objetivo de integrá-los em ambientes escolares.
Na luta pelos direitos iguais para todos , esse movimento ganha força, garantindo na lei da Constituição Federal de 1988:" o direito de todos á educação, garantindo assim o atendimento educacional de pessoas que apresentam necessidades educacionais especiais".
Mas ainda há um longo caminho a ser percorrido, além das transformações nas estruturas escolares, precisamos acabar com o preconceito, discriminação, respeitar as diferenças e que os professores estejam preparados para receber os mais diferentes casos na qual surgirem.
A escola precisa estar mobilizada, trabalhar em conjunto, com a participação de todos no processo de inclusão. Que as crianças com necessidades especiais saiam da exclusão em que se encontram e possam aprender junto de outros alunos, em escolas regulares, em salas de aulas comuns, oferecendo educação de qualidade para todos.
A leitura do texto " História, Deficiência e Educação Especial" me causou indignação pelo fato de que na era pré-cristã, as pessoas com necessidades educacionais especias eram abandonadas, perseguidas e a sociedade aprovava estas atitudes, não demonstrando nenhuma preocupação e interesse para com estas pessoas.
Com o passar dos anos surgiu uma preocupação de integrar socialmente as pessoas que apresentavam alguma deficiência, oferecendo educação especial, em escolas públicas, com o objetivo de integrá-los em ambientes escolares.
Na luta pelos direitos iguais para todos , esse movimento ganha força, garantindo na lei da Constituição Federal de 1988:" o direito de todos á educação, garantindo assim o atendimento educacional de pessoas que apresentam necessidades educacionais especiais".
Mas ainda há um longo caminho a ser percorrido, além das transformações nas estruturas escolares, precisamos acabar com o preconceito, discriminação, respeitar as diferenças e que os professores estejam preparados para receber os mais diferentes casos na qual surgirem.
A escola precisa estar mobilizada, trabalhar em conjunto, com a participação de todos no processo de inclusão. Que as crianças com necessidades especiais saiam da exclusão em que se encontram e possam aprender junto de outros alunos, em escolas regulares, em salas de aulas comuns, oferecendo educação de qualidade para todos.
Questões étnico-raciais na educação: sociologia e história.
Como é difícil fazer uma descrição de nós mesmos, descrever como me vejo e ainda mais difícil é falar de como as pessoas me vêem. Buscar encontrar marcas externas e invisíveis de meus familiares com as quais eu me pareço, das pessoas que fazem parte da minha história, que participam ativamente dos mais diferentes momentos da minha vida, encontrando diferenças e semelhanças.
Foi de grande valia para mim, resgatar costumes, tradições de nossa ancestralidade, que hoje em dia em meio a tantos avanços tecnológicos, a tanto modernismo, não podemos deixar que nossas origens fique no esquecimento, pessoas que fazem ou fizeram parte de nossa história, relembrar momentos já vivenciados através de fotografias, ou resgatar nossas origens através do diálogo com os mais velhos ,revelando coisas interessantes e inesquecíveis , momentos que ficarão registrados em nossa memória, construindo assim nossa história.
Como é difícil fazer uma descrição de nós mesmos, descrever como me vejo e ainda mais difícil é falar de como as pessoas me vêem. Buscar encontrar marcas externas e invisíveis de meus familiares com as quais eu me pareço, das pessoas que fazem parte da minha história, que participam ativamente dos mais diferentes momentos da minha vida, encontrando diferenças e semelhanças.
Foi de grande valia para mim, resgatar costumes, tradições de nossa ancestralidade, que hoje em dia em meio a tantos avanços tecnológicos, a tanto modernismo, não podemos deixar que nossas origens fique no esquecimento, pessoas que fazem ou fizeram parte de nossa história, relembrar momentos já vivenciados através de fotografias, ou resgatar nossas origens através do diálogo com os mais velhos ,revelando coisas interessantes e inesquecíveis , momentos que ficarão registrados em nossa memória, construindo assim nossa história.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Com base no texto “Noções Gerais sobre o financiamento da educação no Brasil”, de José Marcelino de Rezende Pinto e Thereza Adrão, pude perceber que o financiamento da educação no Brasil vem sofrendo alterações com suas emendas, desde a Constituição federal (CF) de 1934 até a CF de 1988, com o intuito de garantir um padrão mínimo de qualidade na manutenção e desenvolvimento do ensino, aumentando esse percentual, ficando a União com 18% no mínimo da receita resultante de impostos para a educação e estados e municípios 25%.
Alterações ocorreram no financiamento da educação com a mudança do
FUNDEF- (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino e de Valorização do Magistério), para FUNDEB- (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização do Magistério), onde os recursos do fundo são depositados numa conta específica na unidade da federação na qual faça parte, sendo os mesmos distribuídos na proporção da matrícula dos alunos na rede regular de ensino, ou seja, no sistema municipal, (priorizando os alunos de educação infantil e ensino fundamental), já nos estados, (alunos do ensino fundamental e médio), baseando-se nos dados do Censo escolar.
Para fiscalizar estes recursos, são criados Conselhos de Acompanhamento e Controle Fiscal do Fundo de manutenção e Desenvolvimento da Educação básica e de valorização do magistério - FUNDEB, garantindo melhor distribuição desses recursos destinados à melhoria da educação básica, oferecendo o mínimo de qualidade para todos que freqüentam a escola.
Alterações ocorreram no financiamento da educação com a mudança do
FUNDEF- (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino e de Valorização do Magistério), para FUNDEB- (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização do Magistério), onde os recursos do fundo são depositados numa conta específica na unidade da federação na qual faça parte, sendo os mesmos distribuídos na proporção da matrícula dos alunos na rede regular de ensino, ou seja, no sistema municipal, (priorizando os alunos de educação infantil e ensino fundamental), já nos estados, (alunos do ensino fundamental e médio), baseando-se nos dados do Censo escolar.
Para fiscalizar estes recursos, são criados Conselhos de Acompanhamento e Controle Fiscal do Fundo de manutenção e Desenvolvimento da Educação básica e de valorização do magistério - FUNDEB, garantindo melhor distribuição desses recursos destinados à melhoria da educação básica, oferecendo o mínimo de qualidade para todos que freqüentam a escola.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Organização do Ensino Fundamental
A leitura do texto “Organização curricular da escola e avaliação da aprendizagem” de Maria Beatriz Gomes da Silva nos diz que o currículo é o coração da escola, e que esta organização curricular está dividida em regime CICLADO ou regime SERIADO.
O regime seriado está mais voltado à pedagogia tradicionalista, voltada para a inserção no mercado de trabalho, já o regime ciclado a pedagogia é inovadora, democrática, inclusiva. No regime ciclado diz que “o conhecimento não é transmitido nem está pronto, mas sim construído permanentemente”.
Infelizmente o texto me fez perceber que a escola onde trabalho tem mais a ver com o regime seriado que com o ciclado, como ainda acontece na grande maioria de nossas escolas brasileiras.
No texto diz que “na construção do PPP todos os envolvido devem estar presentes, discutindo, debatendo nas tomadas de decisões da escola, como professores, alunos, pais e funcionários”. Mas na escola onde trabalho não é bem assim que acontece, desta construção participa somente professores juntamente com a secretaria do município, pois, em nossa escola não existe CPM.
Como nossa escola será democrática e inclusiva, se pais, alunos, funcionários não participam das tomadas de decisões da escola? Como vamos saber o que é melhor para nosso aluno, se os maiores interessados para que isso aconteça não se fazem presentes nestas discussões? É preciso sair do comodismo, arregaçar nossas mangas e iniciar esta transformação agora, já.
Nossa escola precisa urgentemente de mudança, reformulando nosso PPP, envolvendo todos os segmentos (pais, aluno, professores e funcionários), na construção do mesmo, participando, discutindo, elaborando um currículo voltado para a realidade na qual a escola faça parte, decidindo em conjunto metas e planos de acordo com os interesses e necessidades dos alunos, valorizando a cultura, o saber e as experiências que eles trazem consigo, só assim estaremos a caminho de uma educação de melhor qualidade para todos.
O regime seriado está mais voltado à pedagogia tradicionalista, voltada para a inserção no mercado de trabalho, já o regime ciclado a pedagogia é inovadora, democrática, inclusiva. No regime ciclado diz que “o conhecimento não é transmitido nem está pronto, mas sim construído permanentemente”.
Infelizmente o texto me fez perceber que a escola onde trabalho tem mais a ver com o regime seriado que com o ciclado, como ainda acontece na grande maioria de nossas escolas brasileiras.
No texto diz que “na construção do PPP todos os envolvido devem estar presentes, discutindo, debatendo nas tomadas de decisões da escola, como professores, alunos, pais e funcionários”. Mas na escola onde trabalho não é bem assim que acontece, desta construção participa somente professores juntamente com a secretaria do município, pois, em nossa escola não existe CPM.
Como nossa escola será democrática e inclusiva, se pais, alunos, funcionários não participam das tomadas de decisões da escola? Como vamos saber o que é melhor para nosso aluno, se os maiores interessados para que isso aconteça não se fazem presentes nestas discussões? É preciso sair do comodismo, arregaçar nossas mangas e iniciar esta transformação agora, já.
Nossa escola precisa urgentemente de mudança, reformulando nosso PPP, envolvendo todos os segmentos (pais, aluno, professores e funcionários), na construção do mesmo, participando, discutindo, elaborando um currículo voltado para a realidade na qual a escola faça parte, decidindo em conjunto metas e planos de acordo com os interesses e necessidades dos alunos, valorizando a cultura, o saber e as experiências que eles trazem consigo, só assim estaremos a caminho de uma educação de melhor qualidade para todos.
Marcadores:
Organização do Ensino Fundamental
Organização e Gestão da Educação
Conhecer as constituições de 1934, 1937, 1946,1967 e 1988 foi de grande valia para mim, pois, pude perceber as alterações/emendas que foram ocorrendo nas leis até os dias de hoje com a constituição de 1988.
Que bom que de lá pra cá muitas coisas mudaram e para melhor, pensando num melhor qualidade de vida para todos em todos os sentidos, que surgiram as leis, para assegurar os direitos mínimos de todos os cidadãos brasileiros viverem com dignidade e cidadania.
Que bom que de lá pra cá muitas coisas mudaram e para melhor, pensando num melhor qualidade de vida para todos em todos os sentidos, que surgiram as leis, para assegurar os direitos mínimos de todos os cidadãos brasileiros viverem com dignidade e cidadania.
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Organização e Gestão da Educação
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Ao realizar a proposta da atividade de Psicologia da Vida Adulta, a leitura do texto “Aprendizagem na vida adulta” me fez perceber que nós adultos nos encontramos no estágio Operatório Formal, ou seja, somos capazes de refletir sobre nossos próprios pensamentos e opiniões, tendo maturidade suficiente para decidir que caminho prosseguir diante dos obstáculos que a vida nos prega.
Nós adultos estamos em constante processo de aprendizagem, aprendizagem essa que adquirimos na interação entre sujeitos e com o meio na qual faça parte. Esse conhecimento é assimilado individualmente, dependendo de cada indivíduo, ou seja, mostrará entusiasmo e interesse por aquilo que lhe está sendo passado naquele momento, se condizer com sua realidade de vida, caso contrário não construirá conhecimento.
Ao compartilhar os conhecimentos adquiridos com as pessoas ao seu redor, podemos perceber diferentes pontos de vista, que devem ser respeitados por cada um de nós, pois, ninguém pensa igual a ninguém, cada um tem suas idéias próprias, e seu tempo para aprender, e o mais importante é não deixar se influenciar.
Nós adultos estamos em constante processo de aprendizagem, aprendizagem essa que adquirimos na interação entre sujeitos e com o meio na qual faça parte. Esse conhecimento é assimilado individualmente, dependendo de cada indivíduo, ou seja, mostrará entusiasmo e interesse por aquilo que lhe está sendo passado naquele momento, se condizer com sua realidade de vida, caso contrário não construirá conhecimento.
Ao compartilhar os conhecimentos adquiridos com as pessoas ao seu redor, podemos perceber diferentes pontos de vista, que devem ser respeitados por cada um de nós, pois, ninguém pensa igual a ninguém, cada um tem suas idéias próprias, e seu tempo para aprender, e o mais importante é não deixar se influenciar.
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