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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Linguagem e Educação
Ao planejar nossas aulas pensamos nas estratégias, na maneira como iremos proceder para que os alunos aprendam de forma significativa os assuntos trabalhados no cotidiano da escola, com isso sempre temos uma ordem a ser seguida, ou seja, um método de ensino, por isso que não há como alfabetizar sem método, ou seja, “não há como alfabetizar e letrar (não importa a ordem!), na escola, sem o uso de múltiplos métodos que contemplem os processos de ensino e de aprendizagem, isto é, de aquisição (codificação e decodificação) e usos da língua escrita.” (TRINDADE, pg 3).
Uma criança ainda não escolarizada, ou um adulto analfabeto consegue fazer a leitura do mundo, por que já é um sujeito letrado, pois está em contato com o código escrito.
Ao planejar as atividades diárias, estas devem contemplar o ensino da língua materna, ou seja, o nosso português, como: produção de texto, leitura, escrita, oralidade, fundamentais para a aquisição da leitura e escrita e um melhor aperfeiçoamento do mesmo.
Também é importante trabalhar atividades que desenvolvem a consciência fonológica, os fonemas, os sons das pequenas partes até chegar ao todo, nas palavras e frases, fundamental para a compreensão da estruturação da escrita.
É importante que o professor disponha para os alunos, textos diferenciados, como: histórias em quadrinhos, músicas, noticiários de jornais,... para que cada vez mais cedo eles consigam contemplar nas suas criações textuais coerência e coesão,e não somente regras da gramática como muitos professores priorizam. Verificar se os textos apresentam conexão com as idéias apresentadas, sem repetir os mesmos dizeres, ou contradizer suas idéias dentro de um único texto. Auxiliar os alunos dia a dia nesta construção, para que futuramente se tornem grandes escritores.
Referências:
TRINDADE, Iole Maria Faviero. Não há como alfabetizar sem método?

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Linguagem e Educação
O texto “Tem um monstro no meio da história” (GURGEL, 2009), Maria Cecília Perroni, nos mostra que nos primeiros anos de vida, quando uma criança começa a contar histórias é comum que a mesma misture ficção e realidade,trazendo elementos vivenciados em seu contexto diário, demonstrando dificuldades em distinguir/separar o real do imaginário, podendo ser claramente percebido ao ouvir histórias contadas pelas crianças menores, sendo natural esta confusão entre realidade e fantasia, pois, até os cinco anos de idade, ela está amadurecendo seu pensamento, seu desenvolvimento cognitivo.
Por isso, a importância do estímulo de nós adultos, através de histórias que lhes são contadas diariamente, e com o manuseio de diferentes textos e imagens, mesmo que a criança ainda não saiba ler, mas que esteja rodeada de materiais, auxiliando e incentivando-a a ir além dos recursos que utiliza em suas construções, aos poucos ela vai adquirindo os aspectos estruturais da narrativa, fazendo as pausas e entonações dos personagens, necessárias para, tornar sua fala interessante e atrativa, enriquecendo sua história com recursos de sua criatividade, amadurecendo seu pensamento, aperfeiçoando a cada dia sua oralidade, seu pensamento cognitivo, tendo cada vez mais facilidade ao se comunicar.
DIDÁTICA / LINGUAGEM e EDUCAÇÃO
A relação da proposta pedagógica de Comênio com as noções de letramento é que Comênio nos traz a importância de os alunos terem aprendizagens mais significativas, que realmente eles consigam compreender o que estão falando, sem repetir nomes e conceitos, como ainda infelizmente acontece num processo mecanizado, padronizado de ensino, sem levar em consideração o letramento social no processo de alfabetização, os saberes que ele já possui em relação ao mundo visual ( letras, números,...) enfim, é partir sempre do que eles já sabem, com aulas mais atrativas, desafiadoras, motivadoras, que os alunos sejam verdadeiros sujeitos de sua aprendizagem.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Linguagem e Educação - EJA
Pensar no processo de alfabetização tanto para crianças como para adultos, é pensar numa prática docente que esteja voltada para os reais interesses e necessidades dos alunos, partindo sempre do que eles já sabem, ou seja, todo indivíduo ainda não escolarizado, é letrado, pois, convive diariamente com números, letras, textos,... por isso que ao entrar na escola já trazem consigo um conhecimento intelectual a respeito da escrita. E o professor ao alfabetizá-los deve levar em consideração, o letramento social, partindo sempre do contexto na qual estejam inseridos, do que é vivenciado por eles, só assim ele se sentirá motivado a aprender, fazendo com que mais cedo tenham domínio da leitura e escrita, porque estão aprendendo sobre algo que está direcionado a sua realidade de vida e isto faz toda a diferença, no processo ensino aprendizagem.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Na realização das atividades propostas já posso ver acontecer a interdisciplinariedade entre as interdisciplinas, tanto na didática, na linguagem, como no EJA, percebendo a relação entre as mesmas.
As propostas das atividades trazem para nós educadores a importância de um bom planejamento de ensino, de uma pedagogia crítica, voltada para os reais interesses e necessidades dos alunos, dando oportunidade para que todas as vozes sejam ouvidas, tornado-os sujeitos ativos, participativos, com pensamentos e opiniões próprias, transformando a realidade na qual faça parte, sendo “atores sociais”.

Linguagem e Educação

O texto ”Modelos de letramento e asprática de alfabetização na escola”, de Kleiman nos mostra que a escola não se preocupa com o letramento social, mas apenas com um tipo de letramento, a alfabetização, revelando o quanto é mecanizado o processo de alfabetizar, onde o aluno necessita ter aquisição da escrita (domínio de códigos alfabético, numérico) para garantir o sucesso na escola, classificando-os em alfabetizados ou não –alfabetizados, deixando de lado o letramento social, que faz parte do seu convívio diário, da sua realidade de vida.
O ambiente escolar sendo um espaço de interação, comunicação, de grandes descobertas e aprendizagens deveria levar em consideração a importância do contexto social, no desenvolvimento das habilidades cognitivas de seus alunos, garantindo assim o sucesso de todos na escola.