EJA
Para mim foi uma grande descoberta, saber que a EJA abrange não somente a alfabetização, mas também o ensino fundamental e médio, que até então imaginava que o ensino fundamental e médio ficaria apenas com o Ensino Supletivo. Devido a isso, de imediato surgiu uma dúvida: a diferença do supletivo para o EJA, mas que no decorrer da realização das atividades para mim foi esclarecida.
O supletivo dá continuidade aos estudos a alunos que por um motivo ou outro não puderam concluir em idade considerada “própria”, com um tempo pré- determinado, para a conclusão do ensino fundamental e médio, ou seja, pelo pouco tempo que tem para aprenderem determinados conteúdos, estes são mais resumidos. Já na EJA não existe um tempo pré-estabelecido para que todos aprendam, é preciso respeitar o tempo que cada aluno/adulto leva para assimilar o conhecimento, avançando para a fase seguinte. Este tempo para aprender, é diferenciado de pessoa para pessoa, para alguns, podem levar semanas, meses, como para outros, anos.
Em minha comunidade infelizmente não acontece a EJA. Fico imaginando os benefícios e alegrias que ela traria para a sociedade, mas especificamente para aqueles adultos não escolarizados, seria um estímulo, uma oportunidade para as pessoas adquirirem novas aprendizagens, novos conhecimentos, trocar informações, compartilhando vários saberes, ampliando assim seus horizontes.
Outra descoberta que tive durante esta interdisciplina foi que a proposta pedagógica da alfabetização de adultos, é diferente da utilizada com as crianças pequenas, ou seja, os recursos, os métodos de ensino utilizados pelo professor ao alfabetizar adultos não podem ser os mesmos utilizados com crianças pequenas, pois, os adultos já trazem uma bagagem de conhecimento durante toda a sua vida, por isso a metodologia deve partir de suas vivências de adulto, que são diferentes das vivências de uma criança, caso contrário não terá significado nenhum para o aluno/adulto, acabando por desistir das aulas.
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quarta-feira, 21 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Linguagem e Educação - EJA
Pensar no processo de alfabetização tanto para crianças como para adultos, é pensar numa prática docente que esteja voltada para os reais interesses e necessidades dos alunos, partindo sempre do que eles já sabem, ou seja, todo indivíduo ainda não escolarizado, é letrado, pois, convive diariamente com números, letras, textos,... por isso que ao entrar na escola já trazem consigo um conhecimento intelectual a respeito da escrita. E o professor ao alfabetizá-los deve levar em consideração, o letramento social, partindo sempre do contexto na qual estejam inseridos, do que é vivenciado por eles, só assim ele se sentirá motivado a aprender, fazendo com que mais cedo tenham domínio da leitura e escrita, porque estão aprendendo sobre algo que está direcionado a sua realidade de vida e isto faz toda a diferença, no processo ensino aprendizagem.
Pensar no processo de alfabetização tanto para crianças como para adultos, é pensar numa prática docente que esteja voltada para os reais interesses e necessidades dos alunos, partindo sempre do que eles já sabem, ou seja, todo indivíduo ainda não escolarizado, é letrado, pois, convive diariamente com números, letras, textos,... por isso que ao entrar na escola já trazem consigo um conhecimento intelectual a respeito da escrita. E o professor ao alfabetizá-los deve levar em consideração, o letramento social, partindo sempre do contexto na qual estejam inseridos, do que é vivenciado por eles, só assim ele se sentirá motivado a aprender, fazendo com que mais cedo tenham domínio da leitura e escrita, porque estão aprendendo sobre algo que está direcionado a sua realidade de vida e isto faz toda a diferença, no processo ensino aprendizagem.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Na realização das atividades propostas já posso ver acontecer a interdisciplinariedade entre as interdisciplinas, tanto na didática, na linguagem, como no EJA, percebendo a relação entre as mesmas.
As propostas das atividades trazem para nós educadores a importância de um bom planejamento de ensino, de uma pedagogia crítica, voltada para os reais interesses e necessidades dos alunos, dando oportunidade para que todas as vozes sejam ouvidas, tornado-os sujeitos ativos, participativos, com pensamentos e opiniões próprias, transformando a realidade na qual faça parte, sendo “atores sociais”.
As propostas das atividades trazem para nós educadores a importância de um bom planejamento de ensino, de uma pedagogia crítica, voltada para os reais interesses e necessidades dos alunos, dando oportunidade para que todas as vozes sejam ouvidas, tornado-os sujeitos ativos, participativos, com pensamentos e opiniões próprias, transformando a realidade na qual faça parte, sendo “atores sociais”.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
A partir da leitura do PARECER CEB nº 11/2000 –Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos pude compreender que a EJA abrange não somente a alfabetização, mas também o ensino fundamental e médio.
A EJA atende alunos-trabalhadores maduros, experientes na vida, que por motivos de repetência, evasão, não tiveram acesso a escolarização obrigatória em “idade própria”.
Pensar em EJA é pensar na relação de educação e trabalho, pois, muitas vezes o aluno /adulto leva para a sala de aula o cansaço de um dia longo, exaustivo de trabalho e isso precisa ser levado em consideração pelo educador EJA. Não existe um tempo estabelecido para que todos aprendam, é preciso respeitar o tempo de cada educando/adulto, garantindo assim a permanência de todos. Mas para que esta permanência seja assegurada é fundamental que a proposta pedagógica da EJA esteja voltada para os reais interesses e necessidades dos alunos, satisfazendo as necessidades de jovens e adultos, , qualificando-os em seu trabalho e em seu modo de vida.
A EJA atende alunos-trabalhadores maduros, experientes na vida, que por motivos de repetência, evasão, não tiveram acesso a escolarização obrigatória em “idade própria”.
Pensar em EJA é pensar na relação de educação e trabalho, pois, muitas vezes o aluno /adulto leva para a sala de aula o cansaço de um dia longo, exaustivo de trabalho e isso precisa ser levado em consideração pelo educador EJA. Não existe um tempo estabelecido para que todos aprendam, é preciso respeitar o tempo de cada educando/adulto, garantindo assim a permanência de todos. Mas para que esta permanência seja assegurada é fundamental que a proposta pedagógica da EJA esteja voltada para os reais interesses e necessidades dos alunos, satisfazendo as necessidades de jovens e adultos, , qualificando-os em seu trabalho e em seu modo de vida.
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