Projeto de Aprendizagem
A proposta do Seminário Integrador de analisar um projeto de aprendizagem fez com que eu tivesse um olhar mais atento e observador sobre o mesmo, observando um crescimento do grupo em cada etapa. Ao visitar o PA desse grupo, pude me identificar bastante com o nosso, pois, pude perceber que ambos os grupos apresentavam a mesma curiosidade inicial.
Em relação ao nosso grupo analisado, percebemos que um colega não conseguiu compreender, o andamento do nosso projeto, ele não entendeu o significado de cada etapa reformulada, o que nos queríamos transmitir no andamento do nosso PA.
Ter um olhar mais atento em relação aos PAs não significa que todos os que nele visitarem, irão compreender o que realmente queremos transmitir.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
Filosofia da educação
O texto “O dilema do antropólogo Francês” fez com que eu refletisse diante da situação apresentada, que o antropólogo Claude decide pesquisar a vida dos nativos, e uma de suas falas que se destacou para mim, foi quando disse que seria fiel a seus princípios e que jamais interferia na vida dos nativos.
Mas logo ele se contradiz, usando da mentira para se beneficiar a si mesmo, afirmando ser um mensageiro dos deuses, sendo egoísta e individualista, sem se preocupar, sem se importar com a cultura daquele povo, não pensando que sua atitude traria futuramente sérias complicações para ele e para aquele povo que acreditavam ser realmente um mensageiro dos deuses, na qual obedeceria a tudo o que ele dissesse.
Todos nós temos crenças, costumes e tradições que precisam ser respeitadas por todos.
Ser fiel e correto com nossas atitudes sempre, demonstrando ter valores e princípios, preocupando-se com o próximo, não prejudicando o outro para conquistar nossas metas e objetivos pessoais..
O texto “O dilema do antropólogo Francês” fez com que eu refletisse diante da situação apresentada, que o antropólogo Claude decide pesquisar a vida dos nativos, e uma de suas falas que se destacou para mim, foi quando disse que seria fiel a seus princípios e que jamais interferia na vida dos nativos.
Mas logo ele se contradiz, usando da mentira para se beneficiar a si mesmo, afirmando ser um mensageiro dos deuses, sendo egoísta e individualista, sem se preocupar, sem se importar com a cultura daquele povo, não pensando que sua atitude traria futuramente sérias complicações para ele e para aquele povo que acreditavam ser realmente um mensageiro dos deuses, na qual obedeceria a tudo o que ele dissesse.
Todos nós temos crenças, costumes e tradições que precisam ser respeitadas por todos.
Ser fiel e correto com nossas atitudes sempre, demonstrando ter valores e princípios, preocupando-se com o próximo, não prejudicando o outro para conquistar nossas metas e objetivos pessoais..
Questões étnico-raciais na educação: sociologia e história.
Ao nosso meio estamos rodeados de pessoas vindas de diferentes culturas e etnias, no qual convivemos, interagimos diariamente com elas. Por isso a importância de se trabalhar com a diversidade na escola. E a atividade do mosaico étnico-racial, fez com que os alunos analisassem e refletissem sobre o EU e os OUTROS, relatando diferenças e semelhanças entre as pessoas do seu convívio, que devem ser valorizadas e respeitadas por todos.
È na escola, na interação entre os colegas, nas pequenas atitudes do dia a dia, não discriminando, respeitando as diferenças que iniciamos a inclusão na escola. Trabalhando a diversidade, com certeza estamos dando direito de todos conviverem em harmonia, independente de classe social, etnia, gênero, que todos se sintam incluídos na sociedade.
Ao nosso meio estamos rodeados de pessoas vindas de diferentes culturas e etnias, no qual convivemos, interagimos diariamente com elas. Por isso a importância de se trabalhar com a diversidade na escola. E a atividade do mosaico étnico-racial, fez com que os alunos analisassem e refletissem sobre o EU e os OUTROS, relatando diferenças e semelhanças entre as pessoas do seu convívio, que devem ser valorizadas e respeitadas por todos.
È na escola, na interação entre os colegas, nas pequenas atitudes do dia a dia, não discriminando, respeitando as diferenças que iniciamos a inclusão na escola. Trabalhando a diversidade, com certeza estamos dando direito de todos conviverem em harmonia, independente de classe social, etnia, gênero, que todos se sintam incluídos na sociedade.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Desenvolvimento e aprendizagem sob o enfoque da psicologia II
Ao estudar os textos propostos pela interdisciplina de Psicologia pude perceber que é fundamental a ação do sujeito para que aconteça a aprendizagem, pois, conforme diz no texto de Fernando Becker “O aluno só aprenderá alguma coisa, construirá algum conhecimento novo, se ele agir e problematizar sua ação”.
Durante as etapas de nossas vidas muitas coisas nos foram ensinadas, muitas se tornaram aprendizagens significativas, já outras não.
A aprendizagem se dá na convivência com o outro, no diálogo, na troca de informações entre as pessoas, por isso a importância de se aprender algo com prazer, com curiosidade e não como sendo algo imposto pelo professor.
O modo como nos é passado uma informação faz toda a diferença, por isso a importância de nós educadores estimular nossos alunos a querer aprender sempre mais, motivando-os dia a dia, trazendo aulas mais divertidas e atrativas..... A aprendizagem só terá algum significado se acontecer naturalmente, experimentando, observando, manipulando materiais, levantando hipóteses, aproximando-o do conhecimento, partindo de uma curiosidade inicial dos alunos, tornando-os sujeitos críticos e investigativos.
Ao estudar os textos propostos pela interdisciplina de Psicologia pude perceber que é fundamental a ação do sujeito para que aconteça a aprendizagem, pois, conforme diz no texto de Fernando Becker “O aluno só aprenderá alguma coisa, construirá algum conhecimento novo, se ele agir e problematizar sua ação”.
Durante as etapas de nossas vidas muitas coisas nos foram ensinadas, muitas se tornaram aprendizagens significativas, já outras não.
A aprendizagem se dá na convivência com o outro, no diálogo, na troca de informações entre as pessoas, por isso a importância de se aprender algo com prazer, com curiosidade e não como sendo algo imposto pelo professor.
O modo como nos é passado uma informação faz toda a diferença, por isso a importância de nós educadores estimular nossos alunos a querer aprender sempre mais, motivando-os dia a dia, trazendo aulas mais divertidas e atrativas..... A aprendizagem só terá algum significado se acontecer naturalmente, experimentando, observando, manipulando materiais, levantando hipóteses, aproximando-o do conhecimento, partindo de uma curiosidade inicial dos alunos, tornando-os sujeitos críticos e investigativos.
sábado, 11 de abril de 2009
Psicologia
A leitura do texto “Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos” do professor Fernando Becker nos mostra três formas de representar a relação ensino-aprendizagem:
Pedagogia Diretiva ( Tradicionalista)
O professor fala e o aluno escuta
O aluno é uma folha em branco, tábua rasa, que precisa ensinar tudo ao aluno que nada sabe.
Pedagogia Não-diretiva
O professor é um auxiliador, um facilitador do aluno
O aluno aprende por si mesmo, despertando o conhecimento que já existe nele.
Pedagogia Relacional ( Construtivista)
O professor geralmente traz algum material para ser explorado.
O aluno só aprende alguma coisa, construirá algum conhecimento novo, se ele agir e problematizar sua ação.
Antes de entrar na escola a criança já carrega consigo um número grande de informações que com certeza servirá de base para a construção de novos conhecimentos, discordando da pedagogia diretiva que diz que o aluno é como uma folha em branco que chega até a escola sem saber nada e o professor precisa ensinar tudo.
Acredito e espero que hoje não encontramos em ambientes escolares professores que pensam e agem desta forma, totalmente equivocada.
Felizmente com o passar dos anos este modelo tradicionalista, convencional, sem sucesso, foi perdendo força, dando destaque ao construtivismo, a pedagogia relacional, inovadora, transformadora, na busca do melhor que podemos oferecer aos nossos alunos.
Este texto nos faz refletir sobre o nosso “fazer pedagógico”, nos questionar a maneira como estamos conduzindo nossas aulas, se estou trazendo idéias criativas e interessantes para meus alunos, se está sendo prazeroso para eles, se estão sendo motivados dia a dia..., ou estamos acomodados, com medo da mudança, moldando nossos alunos, como na pedagogia diretiva.
Queremos que futuramente se tornem adultos passivos, que aceitam tudo sem questionar? Ou que se tornem sujeitos críticos, com seus próprios pensamentos e opiniões?
A educação é à base de tudo, por isso a importância de enriquecer a cada dia nossas aulas, dando o melhor de nós, para que nossos alunos tenham um futuro brilhante.
A leitura do texto “Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos” do professor Fernando Becker nos mostra três formas de representar a relação ensino-aprendizagem:
Pedagogia Diretiva ( Tradicionalista)
O professor fala e o aluno escuta
O aluno é uma folha em branco, tábua rasa, que precisa ensinar tudo ao aluno que nada sabe.
Pedagogia Não-diretiva
O professor é um auxiliador, um facilitador do aluno
O aluno aprende por si mesmo, despertando o conhecimento que já existe nele.
Pedagogia Relacional ( Construtivista)
O professor geralmente traz algum material para ser explorado.
O aluno só aprende alguma coisa, construirá algum conhecimento novo, se ele agir e problematizar sua ação.
Antes de entrar na escola a criança já carrega consigo um número grande de informações que com certeza servirá de base para a construção de novos conhecimentos, discordando da pedagogia diretiva que diz que o aluno é como uma folha em branco que chega até a escola sem saber nada e o professor precisa ensinar tudo.
Acredito e espero que hoje não encontramos em ambientes escolares professores que pensam e agem desta forma, totalmente equivocada.
Felizmente com o passar dos anos este modelo tradicionalista, convencional, sem sucesso, foi perdendo força, dando destaque ao construtivismo, a pedagogia relacional, inovadora, transformadora, na busca do melhor que podemos oferecer aos nossos alunos.
Este texto nos faz refletir sobre o nosso “fazer pedagógico”, nos questionar a maneira como estamos conduzindo nossas aulas, se estou trazendo idéias criativas e interessantes para meus alunos, se está sendo prazeroso para eles, se estão sendo motivados dia a dia..., ou estamos acomodados, com medo da mudança, moldando nossos alunos, como na pedagogia diretiva.
Queremos que futuramente se tornem adultos passivos, que aceitam tudo sem questionar? Ou que se tornem sujeitos críticos, com seus próprios pensamentos e opiniões?
A educação é à base de tudo, por isso a importância de enriquecer a cada dia nossas aulas, dando o melhor de nós, para que nossos alunos tenham um futuro brilhante.
terça-feira, 31 de março de 2009
Educação de pessoas com necessidades educacionais especiais
A leitura do texto " História, Deficiência e Educação Especial" me causou indignação pelo fato de que na era pré-cristã, as pessoas com necessidades educacionais especias eram abandonadas, perseguidas e a sociedade aprovava estas atitudes, não demonstrando nenhuma preocupação e interesse para com estas pessoas.
Com o passar dos anos surgiu uma preocupação de integrar socialmente as pessoas que apresentavam alguma deficiência, oferecendo educação especial, em escolas públicas, com o objetivo de integrá-los em ambientes escolares.
Na luta pelos direitos iguais para todos , esse movimento ganha força, garantindo na lei da Constituição Federal de 1988:" o direito de todos á educação, garantindo assim o atendimento educacional de pessoas que apresentam necessidades educacionais especiais".
Mas ainda há um longo caminho a ser percorrido, além das transformações nas estruturas escolares, precisamos acabar com o preconceito, discriminação, respeitar as diferenças e que os professores estejam preparados para receber os mais diferentes casos na qual surgirem.
A escola precisa estar mobilizada, trabalhar em conjunto, com a participação de todos no processo de inclusão. Que as crianças com necessidades especiais saiam da exclusão em que se encontram e possam aprender junto de outros alunos, em escolas regulares, em salas de aulas comuns, oferecendo educação de qualidade para todos.
A leitura do texto " História, Deficiência e Educação Especial" me causou indignação pelo fato de que na era pré-cristã, as pessoas com necessidades educacionais especias eram abandonadas, perseguidas e a sociedade aprovava estas atitudes, não demonstrando nenhuma preocupação e interesse para com estas pessoas.
Com o passar dos anos surgiu uma preocupação de integrar socialmente as pessoas que apresentavam alguma deficiência, oferecendo educação especial, em escolas públicas, com o objetivo de integrá-los em ambientes escolares.
Na luta pelos direitos iguais para todos , esse movimento ganha força, garantindo na lei da Constituição Federal de 1988:" o direito de todos á educação, garantindo assim o atendimento educacional de pessoas que apresentam necessidades educacionais especiais".
Mas ainda há um longo caminho a ser percorrido, além das transformações nas estruturas escolares, precisamos acabar com o preconceito, discriminação, respeitar as diferenças e que os professores estejam preparados para receber os mais diferentes casos na qual surgirem.
A escola precisa estar mobilizada, trabalhar em conjunto, com a participação de todos no processo de inclusão. Que as crianças com necessidades especiais saiam da exclusão em que se encontram e possam aprender junto de outros alunos, em escolas regulares, em salas de aulas comuns, oferecendo educação de qualidade para todos.
Questões étnico-raciais na educação: sociologia e história.
Como é difícil fazer uma descrição de nós mesmos, descrever como me vejo e ainda mais difícil é falar de como as pessoas me vêem. Buscar encontrar marcas externas e invisíveis de meus familiares com as quais eu me pareço, das pessoas que fazem parte da minha história, que participam ativamente dos mais diferentes momentos da minha vida, encontrando diferenças e semelhanças.
Foi de grande valia para mim, resgatar costumes, tradições de nossa ancestralidade, que hoje em dia em meio a tantos avanços tecnológicos, a tanto modernismo, não podemos deixar que nossas origens fique no esquecimento, pessoas que fazem ou fizeram parte de nossa história, relembrar momentos já vivenciados através de fotografias, ou resgatar nossas origens através do diálogo com os mais velhos ,revelando coisas interessantes e inesquecíveis , momentos que ficarão registrados em nossa memória, construindo assim nossa história.
Como é difícil fazer uma descrição de nós mesmos, descrever como me vejo e ainda mais difícil é falar de como as pessoas me vêem. Buscar encontrar marcas externas e invisíveis de meus familiares com as quais eu me pareço, das pessoas que fazem parte da minha história, que participam ativamente dos mais diferentes momentos da minha vida, encontrando diferenças e semelhanças.
Foi de grande valia para mim, resgatar costumes, tradições de nossa ancestralidade, que hoje em dia em meio a tantos avanços tecnológicos, a tanto modernismo, não podemos deixar que nossas origens fique no esquecimento, pessoas que fazem ou fizeram parte de nossa história, relembrar momentos já vivenciados através de fotografias, ou resgatar nossas origens através do diálogo com os mais velhos ,revelando coisas interessantes e inesquecíveis , momentos que ficarão registrados em nossa memória, construindo assim nossa história.
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