domingo, 3 de outubro de 2010

Eixo IV
Nesta 5ª semana, ao revisitar o eixo IV, quero destacar que a interdsiciplina “Representação do mundo pela matemática” foi uma das mais prazerosas para mim, pelo fato de envolver o lúdico, a verdadeira maneira de trabalhar a matemática na sala de aula, onde me espelhei bastante nas suas propostas, de trabalhar a matemática de forma divertida, levando para minha prática de estágio este conhecimento, onde podia ver o entusiasmo dos alunos em “participar brincando”, percebendo claramente que com o apoio de diferentes materiais concretos compreendiam facilmente e rapidamente o assunto em questão.
Na interdisciplina “representação do mundo pelas Ciências Naturais” uma atividade que me marcou muito e achei bastante significativa foi na primeira aula presencial, onde professor nos deu uma folha com vários nomes dentro de uma tabela, na qual cada deveríamos fazer um desenho que representasse cada palavra.
Alguns destes nomes são: Luz, árvore, estrada, força, raiva, átomo, pé... Lembro que alguns desenhos foi difícil para mim representar, pois, não era visto no meu dia a dia, exija uma reflexão maior para representá-lo em forma de desenho. Ele queria fazer uma sondagem, qual o entendimento que tínhamos sobre cada palavra.
Com esta atividade pude relacionar com o meu TCC no sentido da avaliação diagnóstica, onde o professor avaliador deve sempre verificar os conhecimentos prévios dos alunos, fazer uma sondagem inicial a cada assunto novo trabalhado para assim o professor saber que caminhos seguir para auxiliar cada aluno na construção dos seus saberes, acompanhando/observando em sua expressão única e singular do conhecimento.

domingo, 26 de setembro de 2010

Concluindo....
As contribuições dos eixos I, II e III não trouxeram relações diretamente com meu TCC, apenas indiretamente, ao rever algum texto ou autor sobre determinado assunto estudado, onde consegui fazer uma pequena ligação com meu assunto de pesquisa “avaliação”.
Como foi falado na aula presencial sobre a organização do tempo, proposto na interdisciplina “Seminário Integrador” bem no início do curso, que até então não havia manifestado sua importância em minhas postagens iniciais, mas que realmente quero destacar que sem ORGANIZAÇÃO DO TEMPO não conseguiríamos chegar até onde chegamos, à reta final do curso, desenvolvendo o TCC.
Organizar é eleger prioridades, é deixar de lado muitas coisas que antes costumávamos fazer para dedicarmos totalmente a construção do nosso TCC, buscando dentro de um tempo muito curto fundamentação teórica, subsídios que sustentem nossa pesquisa.
Foi bastante válido para mim revisitar os três primeiros semestres do curso, poder relembrar as interdisciplinas realizadas, e suas contribuições para minha prática docente(de estágio), para minha vida pessoal e de estudante.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Ao rever o Eixo III, imediatamente relacionei com meu estágio, foram as interdisciplinas que mais levei para a prática do mesmo com meus alunos, onde posso dizer que foi um dos semestres mais prazerosos de estudar.
Em “Artes Visuais” conhecemos a história da arte e também aprendemos em como trabalhar com as crianças a leitura de imagens. Ao ler sobre a importância do olhar nas diferentes imagens, mais especificamente no seguinte trecho:
Mirian Celeste Martins (1998, p.136) “Nutrir esteticamente o olhar é alimentá-lo com muitas e diferentes imagens, provocando uma percepção mais ampla da linguagem visual; ...A velocidade e superficialidade à qual o nosso olhar é exposto no cotidiano pede, de certa forma, o aprendizado de um olhar em outro ritmo e profundidade.”
pude fazer uma relação com meu foco de pesquisa, a “avaliação”, que dentre as diferentes leituras que venho realizando sobre o tema trazem a importância do “olhar observador” em avaliação, ou seja, a observação diária do professor nas mais variadas atividades propostas, faz com que se perceba as dificuldades, para juntos encontrar maneiras para superá-las.
Em “Literatura Infantil e Aprendizagem” traz a importância de se trabalhar com poesia para crianças, onde meus alunos adoraram trabalhar com as rimas, brincando com as palavras, onde construímos até um livro de poesias do 3º ano.
Não poderia deixar de falar na interdisciplina “Teatro e Educação”, onde traz a importância de se dramatizar/ trabalhar em cena com o improviso, sem nenhum ensaio prévio sobre o tema em questão. Trabalhei bastante com meus alunos o improviso, onde, por exemplo, teriam que dramatizar uma situação em que demonstrassem meios de transporte, ou seja, uma pessoa utilizando um desses meios de locomoção.
Este eixo foi muito significativo para mim, trazendo a importância do lúdico no processo ensino e aprendizagem, para que a sala de aula deixe de ser monótona e se torne um ambiente prazerosa e instigante para o aluno, que ele se sinta nas atividades propostas como num “aprender brincando” essa é a verdadeira maneira de aprender na escola.

domingo, 12 de setembro de 2010

Revendo os Eixos I,II e III.
Ao revisitar o início de nossa caminhada no PEAD, pude relembrar a contribuição de vários pensadores como Vygotsky, Piaget, Emília Ferreiro, Ana Teberosky... aprendizagens adquiridas até então muito significativas para mim.
Conheci diferentes teorias que explicam o desenvolvimento e a aprendizagem dos indivíduos, que são: Behaviorismo, Gestald e Sócio-Interacionismo.
O Behaviorismo estuda o comportamento, a reação das pessoas através de estímulos e respostas.
Gestald, conhecida como teoria da forma, estuda o comportamento em sua totalidade, como formas com significado.
Por último, o Sócio-Imteracionismo, onde Vygotsky nos diz que a criança nasce numa sociedade organizada e precisa se adaptar a ela, conhecendo sua cultura.
Também estudamos a infância de 0 a 10 anos, que nem todas as crianças tem direito a ter infancia, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), O processo de alfabetização e letramento, trazendo-nos métodos adequados e significativos para alfabetização com Emilia ferreiro e Ana Teberosky.
Ao relembrar o texto "Maquinaria escolar", o mesmo mostra o surgimento da primeira escola primária e por trás disso vem os interesses políticos e ideológicos envolvidos na criação da mesma. Mas foi o com o"Manifesto dos Pioneiros" estudados no eixo II, que me fez relacionar com o assunto do meu TCC, o processo de avaliação nas escolas de hoje.
Como o "manifesto" na época foi o protagonista da organização de educadores preocupados com a existência e com a qualidade da escola pública no Brasil, assim deveríam ser os professores de hoje , preocupados com um processo de avaliação de qualidade e não quantidade, saindo da mesmice e da rotina, sem mias utilizarem instrumentos avaliativos ultrapassados, estando mobilizados a mudança, provocando um "manifesto" para a busca de uma novo modelo avaliativo, levando em conta "todo o processo" de construção do conhecimento do aluno e não apenas no final de cada etapa, sem mais presenciarmos práticas avaliativas clasificatórias e discriminatórias.

domingo, 5 de setembro de 2010

Busca de materiais
Neste momento estou correndo contra o tempo, na busca por livros, artigos, revista, enfim diferentes materiais que possam me auxiliar na construção do meu TCC, assunto de pesquisa do meu interesse e curiosidade "avaliação nas séries iniciais".
Ao rever as primeiras interdisciplinas do curso, pude encontrar vários autores já estudados: Paulo Freire, Durkheim, Max Weber, José carlos Líbano...importantes teóricos que falam de um modo geral sobre "educação e sociedade", dentre estes o que mais diz especificamente para meu tema de pesquisa é José Carlos Líbano, na qual tenho um livro que o mesmo fala sobre como deve ser a "avaliação escolar". Na verdade todos eles foram e serão importantes inspirações para refletir nossa prática docente, nosso "fazer pedagógico".
Ao rever os textos de Max Weber, onde trouxe 3 tipos de dominação na escola, sendo uma delas a "dominação tradicional", pude imediatamente relacionar com o "modelo tradicional avaliativo", infelizmente muito utilizado na grande maioria das escolas nos dias de hoje, a "avaliação classificatória", modelo este equivocado de avaliar a aprendizagem do aluno, com o que me deparei no meu estágio, causando competitividade entre alunos.
Pretendo realizar várias leituras sobre o tema em questão, defendendo a idéia de que avaliar, não pode significar uma tortura, uma angústia, uma etapa ruim a ser enfrentada pelos alunos, mas sim que ela aconteça naturalmente, continuamente, no diálogo, na interação, na observação, nos trabalhos coletivos, no empenho e dedicação individual (mesmo trabalhando em equipe), onde o professor não seja o que sabe tudo e o alunos nada sabe, mas que ambos aprendam juntos, mediando e auxiliando-os na busca da construção do conhecimento.

domingo, 29 de agosto de 2010

Reta final do curso - a caminho do TCC
Como o assunto para meu TCC deveria partir do meu estágio, de algo que me tocasse, que me chamasse a atenção, o assunto não poderia ser outro, se não "a avaliação nas séries iniciais", algo que para mim, ao vivenciar esse modelo equivocado de avaliar a aprendizagem do aluno, me causou indignação, descontentamento,... pelo fato de se falar tanto em uma educação transformadora, inovadora, inclusiva, preocupada com os reais interesses do aluno, com uma aprendizagem significativa, onde na prática o avaliar o aluno é classificá-los, atribuindo notas aos mesmos, por meio de instrumentos como provas, experiência esta vivenciada na escola em que realizei meu estágio.
Através de pesquisas, de várias buscas pretendo mostrar a forma mais adequada de avaliar o aluno, que ela aconteça diariamente, continuamente, sem que os alunos percebam que estão sendo avaliados, sem se sentirem torturados, ameaçados, como infelizmente ainda acontece em muitas escolas, vendo as "provas" como um sacrifício a ser enfrentado.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Semana 10
A última semana de estágio, foi mais curta que as outras semanas, de apenas três dias, por isso não tenho muito o que falar.
Meu coração já estava apertado, de deixar minha turminha,...ficaram as lembranças que passamos juntos.
Na última semana fiz uma retrospectiva, refletindo sobre como inicei meu estágio, como faria diferente determinadas atividades se fosse começar de novo, as orientações, sugestões da supervisora que foram de fundamental importância para meu crescimento profissional, já que não tinha experiência na prática docente.
Em relação a turma, comparando o início e o final do estágio, pude ver o crescimento da aprendizagem dos alunos na realização das diferentes atividades trabalhadas, o resgate do estímulo, da motivação nas aulas diárias em querer realizar, fazer, comparar, buscar, analisar... por prazer e não uma obrigação a ser cumprida. O saber ser solidário, prestativo, demonstrando coleguismo, pareceria, nos trabalhos realizados em grupo. Posso dizer que estes objetivos foram atingidos, sendo visível na participação e no empenho diário de cada aluno.