Considerações finais
A proposta do Seminário Integrador neste último semestre, etapa final do curso, veio contribuir bastante para a construção do TCC. Além disso, também nos proporcionou relembrar e de certa forma reviver momentos marcantes, aprendizagens, descobertas que ao longo do curso foram significativas no âmbito pessoa, profissional e como estudante.
Ao revisitar todos os semestres do curso, as interdisciplinas estudadas, há aquelas que foram mais prazerosas, mais empolgantes, mais signidicativas de realizar que outras, mas todas contribuíram de uma forma ou de outra para meu crescimento.
Quero ressaltar aqui a IMPORTÂNCIA e a RELAÇÃO do blog de aprendizagens com meu TCC.
As postagens escritas semanalmente nos blogs, nos possibilitou refletir sobre o que de fato aprendemos ou não, sobre o porquê modificou nossa maneira de pensar, de ver as coisas, se as nossas buscas se confirmaram ou não,... Não é simplesmente resumir ou destacar idéias principais sobre o que está sendo trabalhado, é muito mais que isso é questionar “o que de fato eu aprendi de novo”, mostrando evidencias que comprovem nossas idéias e pensamentos. Excelente recurso tecnológico pedagógico para o registro de nossas aprendizagens e descobertas.
A relação do blog com meu TCC(avaliação) é que é um importantíssimo instrumento para a prática avaliativa. Quanto mais freqüentes forem os registros de suas aprendizagens, mais o professor poderá auxiliar e acompanhar o crescimento crescente e individual de cada aluno, fazendo as intervenções necessárias, ampliando as possibilidades de os mesmos construírem novos saberes.
De tão significativo que foi o blog para mim, e ao me deparar com a falta de recursos tecnológicos na escola em que realizei meu estágio, precisei fazer as adaptações necessárias para que os alunos pudessem usufruir deste importante recurso, auxiliador na construção do conhecimento individual.
As postagens dos alunos eram realizadas semanalmente num grande painel fixado na parede, contendo o nome de todos os alunos.
Como não estavam muito acostumados a REFLETIR sobre o que aprenderam, pude perceber a dificuldade da grande maioria no início da postagens, mas também era visível o crescimento nas mesmas com o passar das semanas.
Hoje, para e olho para traz, refletindo todo o caminho percorrido durante o curso no PEAD, percebo o quanto eu aprendi, o quanto eu não sabia quase nada até ingressar neste curso. Ele nos mostrou a verdadeira maneira de se trabalhar com os alunos, à importância de tornar cada dia único, prazeroso para o professor e o aluno, trazendo diariamente aulas atrativas e envolventes, como o lúdico, “o brincar aprendendo”. Que o diálogo esteja presente sempre na prática pedagógica, valorizando cada aluno em suas particularidades, em sua essência, dando direito de todas as vozes serem ouvidas e não mais silenciadas. Todas estas aprendizagens foram levadas para minha experiência docente, no meu estágio curricular, proporcionando aos alunos momentos mágicos, prazerosos ao participarem e interagirem diante das diferentes atividades propostas.
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domingo, 21 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
Respondendo aos questionamentos...
Avaliação - TCC
Com esta temática para meu TCC, “avaliação nas séries iniciais”, pretendo mostrar com o apoio de vários teóricos a melhor maneira de avaliar a aprendizagem dos alunos, que ela aconteça continuamente e não apenas em uma etapa a parte, distanciada do processo ensino aprendizagem. Mas como isso se concretizaria na prática?
Através das buscas de importantes pensadores como Hoffmann, Demo, Vasconcellos, entre outros, posso dizer que a prática avaliativa deva estar direcionada sem que o aluno perceba que está sendo avaliado, que ela aconteça naturalmente, nas mais diferentes atividades trabalhadas e não somente nos finais dos bimestres, semestres, utilizando somente provas como instrumentos avaliativos. Os projetos de aprendizagem propostos pelo curso é um excelente instrumento avaliativo, pois, os alunos irão buscar respostas sobre algo do seu interesse, de sua curiosidade. Pelo fato de estarem tão envolvidos e empolgados com o que irão descobrir, nem perceberão a tal das regras da avaliação.
Sobre os dados levantados para meu TCC, além do embasamento teórico, realizei a pesquisa empírica, entrevistando alguns professores de séries iniciais para descobrir o que eles pensam a respeito do assunto. Com esses dados, relacionei com o que os estudiosos dizem, se a fala dos entrevistados estavam próximas ou distantes do que os mesmos nos falam.
Avaliação - TCC
Com esta temática para meu TCC, “avaliação nas séries iniciais”, pretendo mostrar com o apoio de vários teóricos a melhor maneira de avaliar a aprendizagem dos alunos, que ela aconteça continuamente e não apenas em uma etapa a parte, distanciada do processo ensino aprendizagem. Mas como isso se concretizaria na prática?
Através das buscas de importantes pensadores como Hoffmann, Demo, Vasconcellos, entre outros, posso dizer que a prática avaliativa deva estar direcionada sem que o aluno perceba que está sendo avaliado, que ela aconteça naturalmente, nas mais diferentes atividades trabalhadas e não somente nos finais dos bimestres, semestres, utilizando somente provas como instrumentos avaliativos. Os projetos de aprendizagem propostos pelo curso é um excelente instrumento avaliativo, pois, os alunos irão buscar respostas sobre algo do seu interesse, de sua curiosidade. Pelo fato de estarem tão envolvidos e empolgados com o que irão descobrir, nem perceberão a tal das regras da avaliação.
Sobre os dados levantados para meu TCC, além do embasamento teórico, realizei a pesquisa empírica, entrevistando alguns professores de séries iniciais para descobrir o que eles pensam a respeito do assunto. Com esses dados, relacionei com o que os estudiosos dizem, se a fala dos entrevistados estavam próximas ou distantes do que os mesmos nos falam.
domingo, 7 de novembro de 2010
Eixo VIII
No oitavo semestre, nos deparamos com o estágio curricular, estava na hora de colocarmos em prática as aprendizagens adquiridas ao longo do curso.
Já no início do estágio, observei que os alunos estavam acostumados com uma prática mais tradicional, sem muitos trabalhos em grupos, sem interagirem diante das atividades propostas, era mais copiar do quadro para o caderno.
Como meu objetivo na prática de estágio era fazer com que os alunos realmente aprendessem de forma prazerosa e empolgante, aos poucos fui resgatando o entusiasmo e a vibração em participar cotidianamente das aulas, percebendo claramente na alegria estampada em cada rostinho atento e curioso ao interagir ativamente nos mais diferentes assuntos trabalhados, essa é a diferença para que a aprendizagem seja significativa.
Ao experienciar no meu estágio uma prática avaliativa que utiliza instrumentos avaliativos como provas, classificando os alunos, ao somar as notas das mesmas, me causou indignação e descontentamento ao realizar tal procedimento, porque me senti presa as normas da escola, sem autonomia para fazer diferente, para colocar em prática, tudo o que aprendi durante a caminhada no PEAD sobre avaliação escolar.
Ciente de que o assunto para meu TCC não precisaria necessariamente partir do meu estágio, mas de algo que me tocasse, que me chamasse a atenção, o tema não poderia ser outro, se não "a avaliação nas séries iniciais", algo que para mim, marcou muito vivenciar tal experiência avaliativa.
Com diferentes buscas científicas pretendo mostrar a melhor maneira de avaliar a aprendizagem do aluno, que segundo Hoffmann Avaliar é “questionar, formular perguntas, propor tarefas desafiadoras, disponibilizando tempo, recursos, condições aos alunos para a construção das respostas.” (2001,p. 107)
Este seria o verdadeiro sentido do ato avaliativo, de acompanhar, observar, caminhar junto, auxiliando os alunos na construção dos seus saberes, e não utilizar instrumentos avaliativos padronizados, como provas, para verificar o que o aluno sabe ou não sabe, causando disputa e competitividade entre eles para ver quem ocupa os melhores lugares, ou seja, as melhores notas.
Referência:
HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: As setas do caminho. Porto Alegre. Editora mediação,2001
No oitavo semestre, nos deparamos com o estágio curricular, estava na hora de colocarmos em prática as aprendizagens adquiridas ao longo do curso.
Já no início do estágio, observei que os alunos estavam acostumados com uma prática mais tradicional, sem muitos trabalhos em grupos, sem interagirem diante das atividades propostas, era mais copiar do quadro para o caderno.
Como meu objetivo na prática de estágio era fazer com que os alunos realmente aprendessem de forma prazerosa e empolgante, aos poucos fui resgatando o entusiasmo e a vibração em participar cotidianamente das aulas, percebendo claramente na alegria estampada em cada rostinho atento e curioso ao interagir ativamente nos mais diferentes assuntos trabalhados, essa é a diferença para que a aprendizagem seja significativa.
Ao experienciar no meu estágio uma prática avaliativa que utiliza instrumentos avaliativos como provas, classificando os alunos, ao somar as notas das mesmas, me causou indignação e descontentamento ao realizar tal procedimento, porque me senti presa as normas da escola, sem autonomia para fazer diferente, para colocar em prática, tudo o que aprendi durante a caminhada no PEAD sobre avaliação escolar.
Ciente de que o assunto para meu TCC não precisaria necessariamente partir do meu estágio, mas de algo que me tocasse, que me chamasse a atenção, o tema não poderia ser outro, se não "a avaliação nas séries iniciais", algo que para mim, marcou muito vivenciar tal experiência avaliativa.
Com diferentes buscas científicas pretendo mostrar a melhor maneira de avaliar a aprendizagem do aluno, que segundo Hoffmann Avaliar é “questionar, formular perguntas, propor tarefas desafiadoras, disponibilizando tempo, recursos, condições aos alunos para a construção das respostas.” (2001,p. 107)
Este seria o verdadeiro sentido do ato avaliativo, de acompanhar, observar, caminhar junto, auxiliando os alunos na construção dos seus saberes, e não utilizar instrumentos avaliativos padronizados, como provas, para verificar o que o aluno sabe ou não sabe, causando disputa e competitividade entre eles para ver quem ocupa os melhores lugares, ou seja, as melhores notas.
Referência:
HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: As setas do caminho. Porto Alegre. Editora mediação,2001
domingo, 31 de outubro de 2010
Eixo VII
Das interdisciplinas estudadas neste eixo, a que apresenta relação direta com meu TCC é de “Didática, Planejamento e Avaliação”, pois, nela encontrei dois textos, suportes importantíssimos e riquíssimos para o desenvolvimento do meu trabalho.
Os textos falam bem especificamente sobre avaliação. Neles me espelhei para desenvolver meu TCC entre outras buscas. O texto “Rumo a uma avaliação inclusiva fala de um modo geral da importância em avaliação de dar atenção a DIVERSIDADE, só assim estaremos tornando a avaliação inclusiva, como o próprio título nos diz. No momento em que valorizarmos no ato avaliativo a heterogeneidade da turma estaremos incluindo todos os alunos neste processo, contrário da avaliação tradicional, classificatória, que tende a excluir os alunos.
Já o texto “O contexto da prática avaliativa no cotidiano escolar” traz a opinião de vários pensadores sobre o assunto em questão, bastante citados no meu trabalho, como Luckesi, Hoffmann, Veiga, Bloom.... Neste texto cada autor manifesta sua opinião, o que eles pensam sobre cada capítulo abordado, me auxiliando bastante na construção do mesmo.
Referências:
Revista Pedagógica Pátio, ano 3, nº 12,FEV/ABR 2000;
Retratos da avaliação: conflitos, desvituamentos e caminhos para a superação. Porto Alegre: mediação,2002.p.39-61.
Das interdisciplinas estudadas neste eixo, a que apresenta relação direta com meu TCC é de “Didática, Planejamento e Avaliação”, pois, nela encontrei dois textos, suportes importantíssimos e riquíssimos para o desenvolvimento do meu trabalho.
Os textos falam bem especificamente sobre avaliação. Neles me espelhei para desenvolver meu TCC entre outras buscas. O texto “Rumo a uma avaliação inclusiva fala de um modo geral da importância em avaliação de dar atenção a DIVERSIDADE, só assim estaremos tornando a avaliação inclusiva, como o próprio título nos diz. No momento em que valorizarmos no ato avaliativo a heterogeneidade da turma estaremos incluindo todos os alunos neste processo, contrário da avaliação tradicional, classificatória, que tende a excluir os alunos.
Já o texto “O contexto da prática avaliativa no cotidiano escolar” traz a opinião de vários pensadores sobre o assunto em questão, bastante citados no meu trabalho, como Luckesi, Hoffmann, Veiga, Bloom.... Neste texto cada autor manifesta sua opinião, o que eles pensam sobre cada capítulo abordado, me auxiliando bastante na construção do mesmo.
Referências:
Revista Pedagógica Pátio, ano 3, nº 12,FEV/ABR 2000;
Retratos da avaliação: conflitos, desvituamentos e caminhos para a superação. Porto Alegre: mediação,2002.p.39-61.
domingo, 24 de outubro de 2010
Concluindo...
As contribuições dos eixos IV, V e VI foram bastante significativas para mim, trazendo assuntos diversificados, aprendizagens e descobertas importantes nestes eixos estudados.
Diferentes conhecimentos adquiridos, importantíssimos para nosso crescimento tanto no âmbito pessoal, profissional e como estudante. Dentre eles aprendemos a importância de se trabalhar mais com matérias lúdicos na sala de aula. Aprendemos a verdadeira maneira de se trabalhar a DIVERSIDADE CULTURAL com os alunos, que deve ser continuamente, e não somente em datas comemorativas, como o dia do índio, por exemplo. A questão da inclusão dos alunos com necessidades especiais, que há uma série de fatores envolvidos para que de fato os alunos especiais possam estudar em escolas regulares.
Consegui encontrar relações com meu TCC em todos estes últimos semestres revisitados, embora a grande maioria seja indiretamente. Apenas na interdisciplina “Organização do Ensino Fundamental”, que consegui ver mais claramente a ligação com meu foco de pesquisa, no texto “Organização curricular da escola e avaliação da aprendizagem, que foi de fundamental importância para o desenvolvimento do meu trabalho.
As contribuições dos eixos IV, V e VI foram bastante significativas para mim, trazendo assuntos diversificados, aprendizagens e descobertas importantes nestes eixos estudados.
Diferentes conhecimentos adquiridos, importantíssimos para nosso crescimento tanto no âmbito pessoal, profissional e como estudante. Dentre eles aprendemos a importância de se trabalhar mais com matérias lúdicos na sala de aula. Aprendemos a verdadeira maneira de se trabalhar a DIVERSIDADE CULTURAL com os alunos, que deve ser continuamente, e não somente em datas comemorativas, como o dia do índio, por exemplo. A questão da inclusão dos alunos com necessidades especiais, que há uma série de fatores envolvidos para que de fato os alunos especiais possam estudar em escolas regulares.
Consegui encontrar relações com meu TCC em todos estes últimos semestres revisitados, embora a grande maioria seja indiretamente. Apenas na interdisciplina “Organização do Ensino Fundamental”, que consegui ver mais claramente a ligação com meu foco de pesquisa, no texto “Organização curricular da escola e avaliação da aprendizagem, que foi de fundamental importância para o desenvolvimento do meu trabalho.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Eixo VI
As interdisciplinas estudadas neste eixo não apresentam uma relação direta com meu TCC, que é sobre a avaliação, mas consigo perceber relações embora um pouco distanciadas, que são na “Necessidades Especiais” e na “Questões Étnico Racial”.
A busca por uma educação Inclusiva, aos alunos com necessidades especiais não é uma tarefa tão simples quanto parece, ao mesmo tempo em que a avaliação inclusiva também é uma luta constante.
Para que as crianças “diferentes” possam sair da exclusão e aprender junto de outros alunos, em salas de aulas comuns, é preciso da mobilização de todos os envolvidos, como acontece com a luta contra a avaliação classificatória, que discrimina, exclui os alunos que não conseguem acompanhar os considerados “melhores da turma”, sentindo-se incapaz, inferiores aos demais.
Todos têm suas diferenças, suas particularidades, ninguém irá aprender ao mesmo tempo e no mesmo ritmo por isso que o professor ao avaliar deverá ter o cuidado para não avaliar a todos igualmente, como uma forma padronizada, mas sim levar em consideração as singularidades que cada aluno apresenta ao aprender, para complementar Jussara Hoffmann nos diz que :
“Se nos referirmos a diferenças como dificuldades, retrocedemos à visão classificatória, de procurar ajustar trajetórias individuais dos alunos à trajetória padrão do grupo. Quem é diferente, nessa visão, tende a ser discriminado. Na concepção de avaliar para promover, todos os diferentes jeitos de ser e de aprender são valorizados". (2001,p. 154)
"À medida que se valoriza o diferente, sem considerá-lo melhor ou pior, se favorece o convívio sadio entre estudantes, ao invés das atitudes competitivas e egoístas que a avaliação classificatória tende a suscitar”.(2001, p. 155)
A interdisciplina “Étnico Racial” traz a importância de respeitar e valorizar as diferentes culturas, as características individuais de cada indivíduo. Todos nós herdados hábitos e atitudes de nossas raízes e a relação com a avaliação é que em ambas trazem a importância de valorizar cada sujeito, cada aluno, nas suas diferenças, pois, trabalhar com a DIVERSIDADE existente é isso, é saber respeitar a homogeneidade de cada aluno trabalhando a heterogeneidade do grupo.
As interdisciplinas estudadas neste eixo não apresentam uma relação direta com meu TCC, que é sobre a avaliação, mas consigo perceber relações embora um pouco distanciadas, que são na “Necessidades Especiais” e na “Questões Étnico Racial”.
A busca por uma educação Inclusiva, aos alunos com necessidades especiais não é uma tarefa tão simples quanto parece, ao mesmo tempo em que a avaliação inclusiva também é uma luta constante.
Para que as crianças “diferentes” possam sair da exclusão e aprender junto de outros alunos, em salas de aulas comuns, é preciso da mobilização de todos os envolvidos, como acontece com a luta contra a avaliação classificatória, que discrimina, exclui os alunos que não conseguem acompanhar os considerados “melhores da turma”, sentindo-se incapaz, inferiores aos demais.
Todos têm suas diferenças, suas particularidades, ninguém irá aprender ao mesmo tempo e no mesmo ritmo por isso que o professor ao avaliar deverá ter o cuidado para não avaliar a todos igualmente, como uma forma padronizada, mas sim levar em consideração as singularidades que cada aluno apresenta ao aprender, para complementar Jussara Hoffmann nos diz que :
“Se nos referirmos a diferenças como dificuldades, retrocedemos à visão classificatória, de procurar ajustar trajetórias individuais dos alunos à trajetória padrão do grupo. Quem é diferente, nessa visão, tende a ser discriminado. Na concepção de avaliar para promover, todos os diferentes jeitos de ser e de aprender são valorizados". (2001,p. 154)
"À medida que se valoriza o diferente, sem considerá-lo melhor ou pior, se favorece o convívio sadio entre estudantes, ao invés das atitudes competitivas e egoístas que a avaliação classificatória tende a suscitar”.(2001, p. 155)
A interdisciplina “Étnico Racial” traz a importância de respeitar e valorizar as diferentes culturas, as características individuais de cada indivíduo. Todos nós herdados hábitos e atitudes de nossas raízes e a relação com a avaliação é que em ambas trazem a importância de valorizar cada sujeito, cada aluno, nas suas diferenças, pois, trabalhar com a DIVERSIDADE existente é isso, é saber respeitar a homogeneidade de cada aluno trabalhando a heterogeneidade do grupo.
domingo, 10 de outubro de 2010
Eixo V
Das interdisciplinas estudadas no Eixo 5 a que apresenta relação com meu TCC é a “Organização do Ensino Fundamental”, onde traz mais especificamente no texto “Organização curricular da escola e avaliação da aprendizagem” de Maria Beatriz Gomes da Silva, a ligação do currículo com a “avaliação”, assunto este do meu foco de pesquisa, comprovando no seguinte trecho:
“...quando se fala em organização do currículo escolar é a forma como se avalia as aprendizagens que os alunos efetivam durante seu desenvolvimento. Com isso, estamos querendo dizer que currículo e avaliação da aprendizagem escolar, são faces indissociáveis de uma mesma moeda e que,portanto, ocorrem simultaneamente”.
Realmente, não podemos pensar no processo de avaliação distanciado do desenvolvimento do currículo, como uma etapa que acontece separadamente do processo de ensino e aprendizagem com infelizmente ainda encontramos em muitos ambientes escolares, trazendo um modelo de avaliação padronizada, preocupando-se somente em “somar as notas das provas”, para constar nos boletins que geralmente acontecem no final de bimestres, trimestres.., classificando os alunos.
O currículo e a avaliação estão interligados, quando o ato avaliativo acontece paralelamente, continuamente na prática pedagógica. A avaliação deixa de ser vista como uma ameaça, um obstáculo a ser enfrentado pelos alunos e passa a acontecer naturalmente, espontaneamente, no diálogo, nas diferentes atividades propostas. Promover diferentes momentos de o aluno manifestar seu entendimento, estimulando a curiosidade,... com certeza as aprendizagens serão muito mais significativas, esse sim é a verdadeira maneira como deveria acontecer a avaliação nas escolas de hoje, sem mais se sentirem pressionados, angustiados com a tal da “prova”.
Das interdisciplinas estudadas no Eixo 5 a que apresenta relação com meu TCC é a “Organização do Ensino Fundamental”, onde traz mais especificamente no texto “Organização curricular da escola e avaliação da aprendizagem” de Maria Beatriz Gomes da Silva, a ligação do currículo com a “avaliação”, assunto este do meu foco de pesquisa, comprovando no seguinte trecho:
“...quando se fala em organização do currículo escolar é a forma como se avalia as aprendizagens que os alunos efetivam durante seu desenvolvimento. Com isso, estamos querendo dizer que currículo e avaliação da aprendizagem escolar, são faces indissociáveis de uma mesma moeda e que,portanto, ocorrem simultaneamente”.
Realmente, não podemos pensar no processo de avaliação distanciado do desenvolvimento do currículo, como uma etapa que acontece separadamente do processo de ensino e aprendizagem com infelizmente ainda encontramos em muitos ambientes escolares, trazendo um modelo de avaliação padronizada, preocupando-se somente em “somar as notas das provas”, para constar nos boletins que geralmente acontecem no final de bimestres, trimestres.., classificando os alunos.
O currículo e a avaliação estão interligados, quando o ato avaliativo acontece paralelamente, continuamente na prática pedagógica. A avaliação deixa de ser vista como uma ameaça, um obstáculo a ser enfrentado pelos alunos e passa a acontecer naturalmente, espontaneamente, no diálogo, nas diferentes atividades propostas. Promover diferentes momentos de o aluno manifestar seu entendimento, estimulando a curiosidade,... com certeza as aprendizagens serão muito mais significativas, esse sim é a verdadeira maneira como deveria acontecer a avaliação nas escolas de hoje, sem mais se sentirem pressionados, angustiados com a tal da “prova”.
domingo, 3 de outubro de 2010
Eixo IV
Nesta 5ª semana, ao revisitar o eixo IV, quero destacar que a interdsiciplina “Representação do mundo pela matemática” foi uma das mais prazerosas para mim, pelo fato de envolver o lúdico, a verdadeira maneira de trabalhar a matemática na sala de aula, onde me espelhei bastante nas suas propostas, de trabalhar a matemática de forma divertida, levando para minha prática de estágio este conhecimento, onde podia ver o entusiasmo dos alunos em “participar brincando”, percebendo claramente que com o apoio de diferentes materiais concretos compreendiam facilmente e rapidamente o assunto em questão.
Na interdisciplina “representação do mundo pelas Ciências Naturais” uma atividade que me marcou muito e achei bastante significativa foi na primeira aula presencial, onde professor nos deu uma folha com vários nomes dentro de uma tabela, na qual cada deveríamos fazer um desenho que representasse cada palavra.
Alguns destes nomes são: Luz, árvore, estrada, força, raiva, átomo, pé... Lembro que alguns desenhos foi difícil para mim representar, pois, não era visto no meu dia a dia, exija uma reflexão maior para representá-lo em forma de desenho. Ele queria fazer uma sondagem, qual o entendimento que tínhamos sobre cada palavra.
Com esta atividade pude relacionar com o meu TCC no sentido da avaliação diagnóstica, onde o professor avaliador deve sempre verificar os conhecimentos prévios dos alunos, fazer uma sondagem inicial a cada assunto novo trabalhado para assim o professor saber que caminhos seguir para auxiliar cada aluno na construção dos seus saberes, acompanhando/observando em sua expressão única e singular do conhecimento.
Nesta 5ª semana, ao revisitar o eixo IV, quero destacar que a interdsiciplina “Representação do mundo pela matemática” foi uma das mais prazerosas para mim, pelo fato de envolver o lúdico, a verdadeira maneira de trabalhar a matemática na sala de aula, onde me espelhei bastante nas suas propostas, de trabalhar a matemática de forma divertida, levando para minha prática de estágio este conhecimento, onde podia ver o entusiasmo dos alunos em “participar brincando”, percebendo claramente que com o apoio de diferentes materiais concretos compreendiam facilmente e rapidamente o assunto em questão.
Na interdisciplina “representação do mundo pelas Ciências Naturais” uma atividade que me marcou muito e achei bastante significativa foi na primeira aula presencial, onde professor nos deu uma folha com vários nomes dentro de uma tabela, na qual cada deveríamos fazer um desenho que representasse cada palavra.
Alguns destes nomes são: Luz, árvore, estrada, força, raiva, átomo, pé... Lembro que alguns desenhos foi difícil para mim representar, pois, não era visto no meu dia a dia, exija uma reflexão maior para representá-lo em forma de desenho. Ele queria fazer uma sondagem, qual o entendimento que tínhamos sobre cada palavra.
Com esta atividade pude relacionar com o meu TCC no sentido da avaliação diagnóstica, onde o professor avaliador deve sempre verificar os conhecimentos prévios dos alunos, fazer uma sondagem inicial a cada assunto novo trabalhado para assim o professor saber que caminhos seguir para auxiliar cada aluno na construção dos seus saberes, acompanhando/observando em sua expressão única e singular do conhecimento.
domingo, 26 de setembro de 2010
Concluindo....
As contribuições dos eixos I, II e III não trouxeram relações diretamente com meu TCC, apenas indiretamente, ao rever algum texto ou autor sobre determinado assunto estudado, onde consegui fazer uma pequena ligação com meu assunto de pesquisa “avaliação”.
Como foi falado na aula presencial sobre a organização do tempo, proposto na interdisciplina “Seminário Integrador” bem no início do curso, que até então não havia manifestado sua importância em minhas postagens iniciais, mas que realmente quero destacar que sem ORGANIZAÇÃO DO TEMPO não conseguiríamos chegar até onde chegamos, à reta final do curso, desenvolvendo o TCC.
Organizar é eleger prioridades, é deixar de lado muitas coisas que antes costumávamos fazer para dedicarmos totalmente a construção do nosso TCC, buscando dentro de um tempo muito curto fundamentação teórica, subsídios que sustentem nossa pesquisa.
Foi bastante válido para mim revisitar os três primeiros semestres do curso, poder relembrar as interdisciplinas realizadas, e suas contribuições para minha prática docente(de estágio), para minha vida pessoal e de estudante.
As contribuições dos eixos I, II e III não trouxeram relações diretamente com meu TCC, apenas indiretamente, ao rever algum texto ou autor sobre determinado assunto estudado, onde consegui fazer uma pequena ligação com meu assunto de pesquisa “avaliação”.
Como foi falado na aula presencial sobre a organização do tempo, proposto na interdisciplina “Seminário Integrador” bem no início do curso, que até então não havia manifestado sua importância em minhas postagens iniciais, mas que realmente quero destacar que sem ORGANIZAÇÃO DO TEMPO não conseguiríamos chegar até onde chegamos, à reta final do curso, desenvolvendo o TCC.
Organizar é eleger prioridades, é deixar de lado muitas coisas que antes costumávamos fazer para dedicarmos totalmente a construção do nosso TCC, buscando dentro de um tempo muito curto fundamentação teórica, subsídios que sustentem nossa pesquisa.
Foi bastante válido para mim revisitar os três primeiros semestres do curso, poder relembrar as interdisciplinas realizadas, e suas contribuições para minha prática docente(de estágio), para minha vida pessoal e de estudante.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Ao rever o Eixo III, imediatamente relacionei com meu estágio, foram as interdisciplinas que mais levei para a prática do mesmo com meus alunos, onde posso dizer que foi um dos semestres mais prazerosos de estudar.
Em “Artes Visuais” conhecemos a história da arte e também aprendemos em como trabalhar com as crianças a leitura de imagens. Ao ler sobre a importância do olhar nas diferentes imagens, mais especificamente no seguinte trecho:
Mirian Celeste Martins (1998, p.136) “Nutrir esteticamente o olhar é alimentá-lo com muitas e diferentes imagens, provocando uma percepção mais ampla da linguagem visual; ...A velocidade e superficialidade à qual o nosso olhar é exposto no cotidiano pede, de certa forma, o aprendizado de um olhar em outro ritmo e profundidade.”
pude fazer uma relação com meu foco de pesquisa, a “avaliação”, que dentre as diferentes leituras que venho realizando sobre o tema trazem a importância do “olhar observador” em avaliação, ou seja, a observação diária do professor nas mais variadas atividades propostas, faz com que se perceba as dificuldades, para juntos encontrar maneiras para superá-las.
Em “Literatura Infantil e Aprendizagem” traz a importância de se trabalhar com poesia para crianças, onde meus alunos adoraram trabalhar com as rimas, brincando com as palavras, onde construímos até um livro de poesias do 3º ano.
Não poderia deixar de falar na interdisciplina “Teatro e Educação”, onde traz a importância de se dramatizar/ trabalhar em cena com o improviso, sem nenhum ensaio prévio sobre o tema em questão. Trabalhei bastante com meus alunos o improviso, onde, por exemplo, teriam que dramatizar uma situação em que demonstrassem meios de transporte, ou seja, uma pessoa utilizando um desses meios de locomoção.
Este eixo foi muito significativo para mim, trazendo a importância do lúdico no processo ensino e aprendizagem, para que a sala de aula deixe de ser monótona e se torne um ambiente prazerosa e instigante para o aluno, que ele se sinta nas atividades propostas como num “aprender brincando” essa é a verdadeira maneira de aprender na escola.
Em “Artes Visuais” conhecemos a história da arte e também aprendemos em como trabalhar com as crianças a leitura de imagens. Ao ler sobre a importância do olhar nas diferentes imagens, mais especificamente no seguinte trecho:
Mirian Celeste Martins (1998, p.136) “Nutrir esteticamente o olhar é alimentá-lo com muitas e diferentes imagens, provocando uma percepção mais ampla da linguagem visual; ...A velocidade e superficialidade à qual o nosso olhar é exposto no cotidiano pede, de certa forma, o aprendizado de um olhar em outro ritmo e profundidade.”
pude fazer uma relação com meu foco de pesquisa, a “avaliação”, que dentre as diferentes leituras que venho realizando sobre o tema trazem a importância do “olhar observador” em avaliação, ou seja, a observação diária do professor nas mais variadas atividades propostas, faz com que se perceba as dificuldades, para juntos encontrar maneiras para superá-las.
Em “Literatura Infantil e Aprendizagem” traz a importância de se trabalhar com poesia para crianças, onde meus alunos adoraram trabalhar com as rimas, brincando com as palavras, onde construímos até um livro de poesias do 3º ano.
Não poderia deixar de falar na interdisciplina “Teatro e Educação”, onde traz a importância de se dramatizar/ trabalhar em cena com o improviso, sem nenhum ensaio prévio sobre o tema em questão. Trabalhei bastante com meus alunos o improviso, onde, por exemplo, teriam que dramatizar uma situação em que demonstrassem meios de transporte, ou seja, uma pessoa utilizando um desses meios de locomoção.
Este eixo foi muito significativo para mim, trazendo a importância do lúdico no processo ensino e aprendizagem, para que a sala de aula deixe de ser monótona e se torne um ambiente prazerosa e instigante para o aluno, que ele se sinta nas atividades propostas como num “aprender brincando” essa é a verdadeira maneira de aprender na escola.
domingo, 12 de setembro de 2010
Revendo os Eixos I,II e III.
Ao revisitar o início de nossa caminhada no PEAD, pude relembrar a contribuição de vários pensadores como Vygotsky, Piaget, Emília Ferreiro, Ana Teberosky... aprendizagens adquiridas até então muito significativas para mim.
Conheci diferentes teorias que explicam o desenvolvimento e a aprendizagem dos indivíduos, que são: Behaviorismo, Gestald e Sócio-Interacionismo.
O Behaviorismo estuda o comportamento, a reação das pessoas através de estímulos e respostas.
Gestald, conhecida como teoria da forma, estuda o comportamento em sua totalidade, como formas com significado.
Por último, o Sócio-Imteracionismo, onde Vygotsky nos diz que a criança nasce numa sociedade organizada e precisa se adaptar a ela, conhecendo sua cultura.
Também estudamos a infância de 0 a 10 anos, que nem todas as crianças tem direito a ter infancia, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), O processo de alfabetização e letramento, trazendo-nos métodos adequados e significativos para alfabetização com Emilia ferreiro e Ana Teberosky.
Ao relembrar o texto "Maquinaria escolar", o mesmo mostra o surgimento da primeira escola primária e por trás disso vem os interesses políticos e ideológicos envolvidos na criação da mesma. Mas foi o com o"Manifesto dos Pioneiros" estudados no eixo II, que me fez relacionar com o assunto do meu TCC, o processo de avaliação nas escolas de hoje.
Como o "manifesto" na época foi o protagonista da organização de educadores preocupados com a existência e com a qualidade da escola pública no Brasil, assim deveríam ser os professores de hoje , preocupados com um processo de avaliação de qualidade e não quantidade, saindo da mesmice e da rotina, sem mias utilizarem instrumentos avaliativos ultrapassados, estando mobilizados a mudança, provocando um "manifesto" para a busca de uma novo modelo avaliativo, levando em conta "todo o processo" de construção do conhecimento do aluno e não apenas no final de cada etapa, sem mais presenciarmos práticas avaliativas clasificatórias e discriminatórias.
Ao revisitar o início de nossa caminhada no PEAD, pude relembrar a contribuição de vários pensadores como Vygotsky, Piaget, Emília Ferreiro, Ana Teberosky... aprendizagens adquiridas até então muito significativas para mim.
Conheci diferentes teorias que explicam o desenvolvimento e a aprendizagem dos indivíduos, que são: Behaviorismo, Gestald e Sócio-Interacionismo.
O Behaviorismo estuda o comportamento, a reação das pessoas através de estímulos e respostas.
Gestald, conhecida como teoria da forma, estuda o comportamento em sua totalidade, como formas com significado.
Por último, o Sócio-Imteracionismo, onde Vygotsky nos diz que a criança nasce numa sociedade organizada e precisa se adaptar a ela, conhecendo sua cultura.
Também estudamos a infância de 0 a 10 anos, que nem todas as crianças tem direito a ter infancia, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), O processo de alfabetização e letramento, trazendo-nos métodos adequados e significativos para alfabetização com Emilia ferreiro e Ana Teberosky.
Ao relembrar o texto "Maquinaria escolar", o mesmo mostra o surgimento da primeira escola primária e por trás disso vem os interesses políticos e ideológicos envolvidos na criação da mesma. Mas foi o com o"Manifesto dos Pioneiros" estudados no eixo II, que me fez relacionar com o assunto do meu TCC, o processo de avaliação nas escolas de hoje.
Como o "manifesto" na época foi o protagonista da organização de educadores preocupados com a existência e com a qualidade da escola pública no Brasil, assim deveríam ser os professores de hoje , preocupados com um processo de avaliação de qualidade e não quantidade, saindo da mesmice e da rotina, sem mias utilizarem instrumentos avaliativos ultrapassados, estando mobilizados a mudança, provocando um "manifesto" para a busca de uma novo modelo avaliativo, levando em conta "todo o processo" de construção do conhecimento do aluno e não apenas no final de cada etapa, sem mais presenciarmos práticas avaliativas clasificatórias e discriminatórias.
domingo, 5 de setembro de 2010
Busca de materiais
Neste momento estou correndo contra o tempo, na busca por livros, artigos, revista, enfim diferentes materiais que possam me auxiliar na construção do meu TCC, assunto de pesquisa do meu interesse e curiosidade "avaliação nas séries iniciais".
Ao rever as primeiras interdisciplinas do curso, pude encontrar vários autores já estudados: Paulo Freire, Durkheim, Max Weber, José carlos Líbano...importantes teóricos que falam de um modo geral sobre "educação e sociedade", dentre estes o que mais diz especificamente para meu tema de pesquisa é José Carlos Líbano, na qual tenho um livro que o mesmo fala sobre como deve ser a "avaliação escolar". Na verdade todos eles foram e serão importantes inspirações para refletir nossa prática docente, nosso "fazer pedagógico".
Ao rever os textos de Max Weber, onde trouxe 3 tipos de dominação na escola, sendo uma delas a "dominação tradicional", pude imediatamente relacionar com o "modelo tradicional avaliativo", infelizmente muito utilizado na grande maioria das escolas nos dias de hoje, a "avaliação classificatória", modelo este equivocado de avaliar a aprendizagem do aluno, com o que me deparei no meu estágio, causando competitividade entre alunos.
Pretendo realizar várias leituras sobre o tema em questão, defendendo a idéia de que avaliar, não pode significar uma tortura, uma angústia, uma etapa ruim a ser enfrentada pelos alunos, mas sim que ela aconteça naturalmente, continuamente, no diálogo, na interação, na observação, nos trabalhos coletivos, no empenho e dedicação individual (mesmo trabalhando em equipe), onde o professor não seja o que sabe tudo e o alunos nada sabe, mas que ambos aprendam juntos, mediando e auxiliando-os na busca da construção do conhecimento.
Neste momento estou correndo contra o tempo, na busca por livros, artigos, revista, enfim diferentes materiais que possam me auxiliar na construção do meu TCC, assunto de pesquisa do meu interesse e curiosidade "avaliação nas séries iniciais".
Ao rever as primeiras interdisciplinas do curso, pude encontrar vários autores já estudados: Paulo Freire, Durkheim, Max Weber, José carlos Líbano...importantes teóricos que falam de um modo geral sobre "educação e sociedade", dentre estes o que mais diz especificamente para meu tema de pesquisa é José Carlos Líbano, na qual tenho um livro que o mesmo fala sobre como deve ser a "avaliação escolar". Na verdade todos eles foram e serão importantes inspirações para refletir nossa prática docente, nosso "fazer pedagógico".
Ao rever os textos de Max Weber, onde trouxe 3 tipos de dominação na escola, sendo uma delas a "dominação tradicional", pude imediatamente relacionar com o "modelo tradicional avaliativo", infelizmente muito utilizado na grande maioria das escolas nos dias de hoje, a "avaliação classificatória", modelo este equivocado de avaliar a aprendizagem do aluno, com o que me deparei no meu estágio, causando competitividade entre alunos.
Pretendo realizar várias leituras sobre o tema em questão, defendendo a idéia de que avaliar, não pode significar uma tortura, uma angústia, uma etapa ruim a ser enfrentada pelos alunos, mas sim que ela aconteça naturalmente, continuamente, no diálogo, na interação, na observação, nos trabalhos coletivos, no empenho e dedicação individual (mesmo trabalhando em equipe), onde o professor não seja o que sabe tudo e o alunos nada sabe, mas que ambos aprendam juntos, mediando e auxiliando-os na busca da construção do conhecimento.
domingo, 29 de agosto de 2010
Reta final do curso - a caminho do TCC
Como o assunto para meu TCC deveria partir do meu estágio, de algo que me tocasse, que me chamasse a atenção, o assunto não poderia ser outro, se não "a avaliação nas séries iniciais", algo que para mim, ao vivenciar esse modelo equivocado de avaliar a aprendizagem do aluno, me causou indignação, descontentamento,... pelo fato de se falar tanto em uma educação transformadora, inovadora, inclusiva, preocupada com os reais interesses do aluno, com uma aprendizagem significativa, onde na prática o avaliar o aluno é classificá-los, atribuindo notas aos mesmos, por meio de instrumentos como provas, experiência esta vivenciada na escola em que realizei meu estágio.
Através de pesquisas, de várias buscas pretendo mostrar a forma mais adequada de avaliar o aluno, que ela aconteça diariamente, continuamente, sem que os alunos percebam que estão sendo avaliados, sem se sentirem torturados, ameaçados, como infelizmente ainda acontece em muitas escolas, vendo as "provas" como um sacrifício a ser enfrentado.
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