Concluindo...
As contribuições dos eixos IV, V e VI foram bastante significativas para mim, trazendo assuntos diversificados, aprendizagens e descobertas importantes nestes eixos estudados.
Diferentes conhecimentos adquiridos, importantíssimos para nosso crescimento tanto no âmbito pessoal, profissional e como estudante. Dentre eles aprendemos a importância de se trabalhar mais com matérias lúdicos na sala de aula. Aprendemos a verdadeira maneira de se trabalhar a DIVERSIDADE CULTURAL com os alunos, que deve ser continuamente, e não somente em datas comemorativas, como o dia do índio, por exemplo. A questão da inclusão dos alunos com necessidades especiais, que há uma série de fatores envolvidos para que de fato os alunos especiais possam estudar em escolas regulares.
Consegui encontrar relações com meu TCC em todos estes últimos semestres revisitados, embora a grande maioria seja indiretamente. Apenas na interdisciplina “Organização do Ensino Fundamental”, que consegui ver mais claramente a ligação com meu foco de pesquisa, no texto “Organização curricular da escola e avaliação da aprendizagem, que foi de fundamental importância para o desenvolvimento do meu trabalho.
domingo, 24 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Eixo VI
As interdisciplinas estudadas neste eixo não apresentam uma relação direta com meu TCC, que é sobre a avaliação, mas consigo perceber relações embora um pouco distanciadas, que são na “Necessidades Especiais” e na “Questões Étnico Racial”.
A busca por uma educação Inclusiva, aos alunos com necessidades especiais não é uma tarefa tão simples quanto parece, ao mesmo tempo em que a avaliação inclusiva também é uma luta constante.
Para que as crianças “diferentes” possam sair da exclusão e aprender junto de outros alunos, em salas de aulas comuns, é preciso da mobilização de todos os envolvidos, como acontece com a luta contra a avaliação classificatória, que discrimina, exclui os alunos que não conseguem acompanhar os considerados “melhores da turma”, sentindo-se incapaz, inferiores aos demais.
Todos têm suas diferenças, suas particularidades, ninguém irá aprender ao mesmo tempo e no mesmo ritmo por isso que o professor ao avaliar deverá ter o cuidado para não avaliar a todos igualmente, como uma forma padronizada, mas sim levar em consideração as singularidades que cada aluno apresenta ao aprender, para complementar Jussara Hoffmann nos diz que :
“Se nos referirmos a diferenças como dificuldades, retrocedemos à visão classificatória, de procurar ajustar trajetórias individuais dos alunos à trajetória padrão do grupo. Quem é diferente, nessa visão, tende a ser discriminado. Na concepção de avaliar para promover, todos os diferentes jeitos de ser e de aprender são valorizados". (2001,p. 154)
"À medida que se valoriza o diferente, sem considerá-lo melhor ou pior, se favorece o convívio sadio entre estudantes, ao invés das atitudes competitivas e egoístas que a avaliação classificatória tende a suscitar”.(2001, p. 155)
A interdisciplina “Étnico Racial” traz a importância de respeitar e valorizar as diferentes culturas, as características individuais de cada indivíduo. Todos nós herdados hábitos e atitudes de nossas raízes e a relação com a avaliação é que em ambas trazem a importância de valorizar cada sujeito, cada aluno, nas suas diferenças, pois, trabalhar com a DIVERSIDADE existente é isso, é saber respeitar a homogeneidade de cada aluno trabalhando a heterogeneidade do grupo.
As interdisciplinas estudadas neste eixo não apresentam uma relação direta com meu TCC, que é sobre a avaliação, mas consigo perceber relações embora um pouco distanciadas, que são na “Necessidades Especiais” e na “Questões Étnico Racial”.
A busca por uma educação Inclusiva, aos alunos com necessidades especiais não é uma tarefa tão simples quanto parece, ao mesmo tempo em que a avaliação inclusiva também é uma luta constante.
Para que as crianças “diferentes” possam sair da exclusão e aprender junto de outros alunos, em salas de aulas comuns, é preciso da mobilização de todos os envolvidos, como acontece com a luta contra a avaliação classificatória, que discrimina, exclui os alunos que não conseguem acompanhar os considerados “melhores da turma”, sentindo-se incapaz, inferiores aos demais.
Todos têm suas diferenças, suas particularidades, ninguém irá aprender ao mesmo tempo e no mesmo ritmo por isso que o professor ao avaliar deverá ter o cuidado para não avaliar a todos igualmente, como uma forma padronizada, mas sim levar em consideração as singularidades que cada aluno apresenta ao aprender, para complementar Jussara Hoffmann nos diz que :
“Se nos referirmos a diferenças como dificuldades, retrocedemos à visão classificatória, de procurar ajustar trajetórias individuais dos alunos à trajetória padrão do grupo. Quem é diferente, nessa visão, tende a ser discriminado. Na concepção de avaliar para promover, todos os diferentes jeitos de ser e de aprender são valorizados". (2001,p. 154)
"À medida que se valoriza o diferente, sem considerá-lo melhor ou pior, se favorece o convívio sadio entre estudantes, ao invés das atitudes competitivas e egoístas que a avaliação classificatória tende a suscitar”.(2001, p. 155)
A interdisciplina “Étnico Racial” traz a importância de respeitar e valorizar as diferentes culturas, as características individuais de cada indivíduo. Todos nós herdados hábitos e atitudes de nossas raízes e a relação com a avaliação é que em ambas trazem a importância de valorizar cada sujeito, cada aluno, nas suas diferenças, pois, trabalhar com a DIVERSIDADE existente é isso, é saber respeitar a homogeneidade de cada aluno trabalhando a heterogeneidade do grupo.
domingo, 10 de outubro de 2010
Eixo V
Das interdisciplinas estudadas no Eixo 5 a que apresenta relação com meu TCC é a “Organização do Ensino Fundamental”, onde traz mais especificamente no texto “Organização curricular da escola e avaliação da aprendizagem” de Maria Beatriz Gomes da Silva, a ligação do currículo com a “avaliação”, assunto este do meu foco de pesquisa, comprovando no seguinte trecho:
“...quando se fala em organização do currículo escolar é a forma como se avalia as aprendizagens que os alunos efetivam durante seu desenvolvimento. Com isso, estamos querendo dizer que currículo e avaliação da aprendizagem escolar, são faces indissociáveis de uma mesma moeda e que,portanto, ocorrem simultaneamente”.
Realmente, não podemos pensar no processo de avaliação distanciado do desenvolvimento do currículo, como uma etapa que acontece separadamente do processo de ensino e aprendizagem com infelizmente ainda encontramos em muitos ambientes escolares, trazendo um modelo de avaliação padronizada, preocupando-se somente em “somar as notas das provas”, para constar nos boletins que geralmente acontecem no final de bimestres, trimestres.., classificando os alunos.
O currículo e a avaliação estão interligados, quando o ato avaliativo acontece paralelamente, continuamente na prática pedagógica. A avaliação deixa de ser vista como uma ameaça, um obstáculo a ser enfrentado pelos alunos e passa a acontecer naturalmente, espontaneamente, no diálogo, nas diferentes atividades propostas. Promover diferentes momentos de o aluno manifestar seu entendimento, estimulando a curiosidade,... com certeza as aprendizagens serão muito mais significativas, esse sim é a verdadeira maneira como deveria acontecer a avaliação nas escolas de hoje, sem mais se sentirem pressionados, angustiados com a tal da “prova”.
Das interdisciplinas estudadas no Eixo 5 a que apresenta relação com meu TCC é a “Organização do Ensino Fundamental”, onde traz mais especificamente no texto “Organização curricular da escola e avaliação da aprendizagem” de Maria Beatriz Gomes da Silva, a ligação do currículo com a “avaliação”, assunto este do meu foco de pesquisa, comprovando no seguinte trecho:
“...quando se fala em organização do currículo escolar é a forma como se avalia as aprendizagens que os alunos efetivam durante seu desenvolvimento. Com isso, estamos querendo dizer que currículo e avaliação da aprendizagem escolar, são faces indissociáveis de uma mesma moeda e que,portanto, ocorrem simultaneamente”.
Realmente, não podemos pensar no processo de avaliação distanciado do desenvolvimento do currículo, como uma etapa que acontece separadamente do processo de ensino e aprendizagem com infelizmente ainda encontramos em muitos ambientes escolares, trazendo um modelo de avaliação padronizada, preocupando-se somente em “somar as notas das provas”, para constar nos boletins que geralmente acontecem no final de bimestres, trimestres.., classificando os alunos.
O currículo e a avaliação estão interligados, quando o ato avaliativo acontece paralelamente, continuamente na prática pedagógica. A avaliação deixa de ser vista como uma ameaça, um obstáculo a ser enfrentado pelos alunos e passa a acontecer naturalmente, espontaneamente, no diálogo, nas diferentes atividades propostas. Promover diferentes momentos de o aluno manifestar seu entendimento, estimulando a curiosidade,... com certeza as aprendizagens serão muito mais significativas, esse sim é a verdadeira maneira como deveria acontecer a avaliação nas escolas de hoje, sem mais se sentirem pressionados, angustiados com a tal da “prova”.
domingo, 3 de outubro de 2010
Eixo IV
Nesta 5ª semana, ao revisitar o eixo IV, quero destacar que a interdsiciplina “Representação do mundo pela matemática” foi uma das mais prazerosas para mim, pelo fato de envolver o lúdico, a verdadeira maneira de trabalhar a matemática na sala de aula, onde me espelhei bastante nas suas propostas, de trabalhar a matemática de forma divertida, levando para minha prática de estágio este conhecimento, onde podia ver o entusiasmo dos alunos em “participar brincando”, percebendo claramente que com o apoio de diferentes materiais concretos compreendiam facilmente e rapidamente o assunto em questão.
Na interdisciplina “representação do mundo pelas Ciências Naturais” uma atividade que me marcou muito e achei bastante significativa foi na primeira aula presencial, onde professor nos deu uma folha com vários nomes dentro de uma tabela, na qual cada deveríamos fazer um desenho que representasse cada palavra.
Alguns destes nomes são: Luz, árvore, estrada, força, raiva, átomo, pé... Lembro que alguns desenhos foi difícil para mim representar, pois, não era visto no meu dia a dia, exija uma reflexão maior para representá-lo em forma de desenho. Ele queria fazer uma sondagem, qual o entendimento que tínhamos sobre cada palavra.
Com esta atividade pude relacionar com o meu TCC no sentido da avaliação diagnóstica, onde o professor avaliador deve sempre verificar os conhecimentos prévios dos alunos, fazer uma sondagem inicial a cada assunto novo trabalhado para assim o professor saber que caminhos seguir para auxiliar cada aluno na construção dos seus saberes, acompanhando/observando em sua expressão única e singular do conhecimento.
Nesta 5ª semana, ao revisitar o eixo IV, quero destacar que a interdsiciplina “Representação do mundo pela matemática” foi uma das mais prazerosas para mim, pelo fato de envolver o lúdico, a verdadeira maneira de trabalhar a matemática na sala de aula, onde me espelhei bastante nas suas propostas, de trabalhar a matemática de forma divertida, levando para minha prática de estágio este conhecimento, onde podia ver o entusiasmo dos alunos em “participar brincando”, percebendo claramente que com o apoio de diferentes materiais concretos compreendiam facilmente e rapidamente o assunto em questão.
Na interdisciplina “representação do mundo pelas Ciências Naturais” uma atividade que me marcou muito e achei bastante significativa foi na primeira aula presencial, onde professor nos deu uma folha com vários nomes dentro de uma tabela, na qual cada deveríamos fazer um desenho que representasse cada palavra.
Alguns destes nomes são: Luz, árvore, estrada, força, raiva, átomo, pé... Lembro que alguns desenhos foi difícil para mim representar, pois, não era visto no meu dia a dia, exija uma reflexão maior para representá-lo em forma de desenho. Ele queria fazer uma sondagem, qual o entendimento que tínhamos sobre cada palavra.
Com esta atividade pude relacionar com o meu TCC no sentido da avaliação diagnóstica, onde o professor avaliador deve sempre verificar os conhecimentos prévios dos alunos, fazer uma sondagem inicial a cada assunto novo trabalhado para assim o professor saber que caminhos seguir para auxiliar cada aluno na construção dos seus saberes, acompanhando/observando em sua expressão única e singular do conhecimento.
domingo, 26 de setembro de 2010
Concluindo....
As contribuições dos eixos I, II e III não trouxeram relações diretamente com meu TCC, apenas indiretamente, ao rever algum texto ou autor sobre determinado assunto estudado, onde consegui fazer uma pequena ligação com meu assunto de pesquisa “avaliação”.
Como foi falado na aula presencial sobre a organização do tempo, proposto na interdisciplina “Seminário Integrador” bem no início do curso, que até então não havia manifestado sua importância em minhas postagens iniciais, mas que realmente quero destacar que sem ORGANIZAÇÃO DO TEMPO não conseguiríamos chegar até onde chegamos, à reta final do curso, desenvolvendo o TCC.
Organizar é eleger prioridades, é deixar de lado muitas coisas que antes costumávamos fazer para dedicarmos totalmente a construção do nosso TCC, buscando dentro de um tempo muito curto fundamentação teórica, subsídios que sustentem nossa pesquisa.
Foi bastante válido para mim revisitar os três primeiros semestres do curso, poder relembrar as interdisciplinas realizadas, e suas contribuições para minha prática docente(de estágio), para minha vida pessoal e de estudante.
As contribuições dos eixos I, II e III não trouxeram relações diretamente com meu TCC, apenas indiretamente, ao rever algum texto ou autor sobre determinado assunto estudado, onde consegui fazer uma pequena ligação com meu assunto de pesquisa “avaliação”.
Como foi falado na aula presencial sobre a organização do tempo, proposto na interdisciplina “Seminário Integrador” bem no início do curso, que até então não havia manifestado sua importância em minhas postagens iniciais, mas que realmente quero destacar que sem ORGANIZAÇÃO DO TEMPO não conseguiríamos chegar até onde chegamos, à reta final do curso, desenvolvendo o TCC.
Organizar é eleger prioridades, é deixar de lado muitas coisas que antes costumávamos fazer para dedicarmos totalmente a construção do nosso TCC, buscando dentro de um tempo muito curto fundamentação teórica, subsídios que sustentem nossa pesquisa.
Foi bastante válido para mim revisitar os três primeiros semestres do curso, poder relembrar as interdisciplinas realizadas, e suas contribuições para minha prática docente(de estágio), para minha vida pessoal e de estudante.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Ao rever o Eixo III, imediatamente relacionei com meu estágio, foram as interdisciplinas que mais levei para a prática do mesmo com meus alunos, onde posso dizer que foi um dos semestres mais prazerosos de estudar.
Em “Artes Visuais” conhecemos a história da arte e também aprendemos em como trabalhar com as crianças a leitura de imagens. Ao ler sobre a importância do olhar nas diferentes imagens, mais especificamente no seguinte trecho:
Mirian Celeste Martins (1998, p.136) “Nutrir esteticamente o olhar é alimentá-lo com muitas e diferentes imagens, provocando uma percepção mais ampla da linguagem visual; ...A velocidade e superficialidade à qual o nosso olhar é exposto no cotidiano pede, de certa forma, o aprendizado de um olhar em outro ritmo e profundidade.”
pude fazer uma relação com meu foco de pesquisa, a “avaliação”, que dentre as diferentes leituras que venho realizando sobre o tema trazem a importância do “olhar observador” em avaliação, ou seja, a observação diária do professor nas mais variadas atividades propostas, faz com que se perceba as dificuldades, para juntos encontrar maneiras para superá-las.
Em “Literatura Infantil e Aprendizagem” traz a importância de se trabalhar com poesia para crianças, onde meus alunos adoraram trabalhar com as rimas, brincando com as palavras, onde construímos até um livro de poesias do 3º ano.
Não poderia deixar de falar na interdisciplina “Teatro e Educação”, onde traz a importância de se dramatizar/ trabalhar em cena com o improviso, sem nenhum ensaio prévio sobre o tema em questão. Trabalhei bastante com meus alunos o improviso, onde, por exemplo, teriam que dramatizar uma situação em que demonstrassem meios de transporte, ou seja, uma pessoa utilizando um desses meios de locomoção.
Este eixo foi muito significativo para mim, trazendo a importância do lúdico no processo ensino e aprendizagem, para que a sala de aula deixe de ser monótona e se torne um ambiente prazerosa e instigante para o aluno, que ele se sinta nas atividades propostas como num “aprender brincando” essa é a verdadeira maneira de aprender na escola.
Em “Artes Visuais” conhecemos a história da arte e também aprendemos em como trabalhar com as crianças a leitura de imagens. Ao ler sobre a importância do olhar nas diferentes imagens, mais especificamente no seguinte trecho:
Mirian Celeste Martins (1998, p.136) “Nutrir esteticamente o olhar é alimentá-lo com muitas e diferentes imagens, provocando uma percepção mais ampla da linguagem visual; ...A velocidade e superficialidade à qual o nosso olhar é exposto no cotidiano pede, de certa forma, o aprendizado de um olhar em outro ritmo e profundidade.”
pude fazer uma relação com meu foco de pesquisa, a “avaliação”, que dentre as diferentes leituras que venho realizando sobre o tema trazem a importância do “olhar observador” em avaliação, ou seja, a observação diária do professor nas mais variadas atividades propostas, faz com que se perceba as dificuldades, para juntos encontrar maneiras para superá-las.
Em “Literatura Infantil e Aprendizagem” traz a importância de se trabalhar com poesia para crianças, onde meus alunos adoraram trabalhar com as rimas, brincando com as palavras, onde construímos até um livro de poesias do 3º ano.
Não poderia deixar de falar na interdisciplina “Teatro e Educação”, onde traz a importância de se dramatizar/ trabalhar em cena com o improviso, sem nenhum ensaio prévio sobre o tema em questão. Trabalhei bastante com meus alunos o improviso, onde, por exemplo, teriam que dramatizar uma situação em que demonstrassem meios de transporte, ou seja, uma pessoa utilizando um desses meios de locomoção.
Este eixo foi muito significativo para mim, trazendo a importância do lúdico no processo ensino e aprendizagem, para que a sala de aula deixe de ser monótona e se torne um ambiente prazerosa e instigante para o aluno, que ele se sinta nas atividades propostas como num “aprender brincando” essa é a verdadeira maneira de aprender na escola.
domingo, 12 de setembro de 2010
Revendo os Eixos I,II e III.
Ao revisitar o início de nossa caminhada no PEAD, pude relembrar a contribuição de vários pensadores como Vygotsky, Piaget, Emília Ferreiro, Ana Teberosky... aprendizagens adquiridas até então muito significativas para mim.
Conheci diferentes teorias que explicam o desenvolvimento e a aprendizagem dos indivíduos, que são: Behaviorismo, Gestald e Sócio-Interacionismo.
O Behaviorismo estuda o comportamento, a reação das pessoas através de estímulos e respostas.
Gestald, conhecida como teoria da forma, estuda o comportamento em sua totalidade, como formas com significado.
Por último, o Sócio-Imteracionismo, onde Vygotsky nos diz que a criança nasce numa sociedade organizada e precisa se adaptar a ela, conhecendo sua cultura.
Também estudamos a infância de 0 a 10 anos, que nem todas as crianças tem direito a ter infancia, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), O processo de alfabetização e letramento, trazendo-nos métodos adequados e significativos para alfabetização com Emilia ferreiro e Ana Teberosky.
Ao relembrar o texto "Maquinaria escolar", o mesmo mostra o surgimento da primeira escola primária e por trás disso vem os interesses políticos e ideológicos envolvidos na criação da mesma. Mas foi o com o"Manifesto dos Pioneiros" estudados no eixo II, que me fez relacionar com o assunto do meu TCC, o processo de avaliação nas escolas de hoje.
Como o "manifesto" na época foi o protagonista da organização de educadores preocupados com a existência e com a qualidade da escola pública no Brasil, assim deveríam ser os professores de hoje , preocupados com um processo de avaliação de qualidade e não quantidade, saindo da mesmice e da rotina, sem mias utilizarem instrumentos avaliativos ultrapassados, estando mobilizados a mudança, provocando um "manifesto" para a busca de uma novo modelo avaliativo, levando em conta "todo o processo" de construção do conhecimento do aluno e não apenas no final de cada etapa, sem mais presenciarmos práticas avaliativas clasificatórias e discriminatórias.
Ao revisitar o início de nossa caminhada no PEAD, pude relembrar a contribuição de vários pensadores como Vygotsky, Piaget, Emília Ferreiro, Ana Teberosky... aprendizagens adquiridas até então muito significativas para mim.
Conheci diferentes teorias que explicam o desenvolvimento e a aprendizagem dos indivíduos, que são: Behaviorismo, Gestald e Sócio-Interacionismo.
O Behaviorismo estuda o comportamento, a reação das pessoas através de estímulos e respostas.
Gestald, conhecida como teoria da forma, estuda o comportamento em sua totalidade, como formas com significado.
Por último, o Sócio-Imteracionismo, onde Vygotsky nos diz que a criança nasce numa sociedade organizada e precisa se adaptar a ela, conhecendo sua cultura.
Também estudamos a infância de 0 a 10 anos, que nem todas as crianças tem direito a ter infancia, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), O processo de alfabetização e letramento, trazendo-nos métodos adequados e significativos para alfabetização com Emilia ferreiro e Ana Teberosky.
Ao relembrar o texto "Maquinaria escolar", o mesmo mostra o surgimento da primeira escola primária e por trás disso vem os interesses políticos e ideológicos envolvidos na criação da mesma. Mas foi o com o"Manifesto dos Pioneiros" estudados no eixo II, que me fez relacionar com o assunto do meu TCC, o processo de avaliação nas escolas de hoje.
Como o "manifesto" na época foi o protagonista da organização de educadores preocupados com a existência e com a qualidade da escola pública no Brasil, assim deveríam ser os professores de hoje , preocupados com um processo de avaliação de qualidade e não quantidade, saindo da mesmice e da rotina, sem mias utilizarem instrumentos avaliativos ultrapassados, estando mobilizados a mudança, provocando um "manifesto" para a busca de uma novo modelo avaliativo, levando em conta "todo o processo" de construção do conhecimento do aluno e não apenas no final de cada etapa, sem mais presenciarmos práticas avaliativas clasificatórias e discriminatórias.
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