domingo, 6 de abril de 2008

Classificação e seriação


Aprendi na interdisciplina de matemática, diferentes idéias de se trabalhar com os alunos classificação e seriação. Que podemos classificar uma série de coisas que estão em nosso dia a dia em ordem crescente ou decrescente, construindo gráficos com os alunos.
Devemos trabalhar com a interdisciplinaridade, ou seja, podemos classificar uma série de coisas que não seja necessariamente somente na matemática, por exemplo: Ao trabalhar os alimentos, na construção de uma pirâmide alimentar, com recortes de gravuras, colocando-os em ordem crescente, estamos trabalhando matemática e ciências.
Também devemos explorar classificação e seriação com materiais concretos, como as sucatas que os alunos trazem para a aula, classificando por cor, tamanho, valor dos produtos... e trabalhar com outros assuntos como o português, classificando as embalagens quanto ao número de letras(vogais e consoantes) , classificação de sílabas...

Aprender sempre algo a mais para enriquecer e inovar a cada dia nossas aulas com certeza a aprendizagem é muito mais produtiva e satisfatória.

Atividade 2

Reflexão sobre defesa da síntese
Nosso curso de pedagogia acontece virtualmente, por isso o contato com colegas e professores geralmente acontece a distância ( por e-mail, MSN), o contato com a expressão oral, acontece em aulas presencias, trabalhos em grupo e a apresentação da síntese do portfólio que acontece no término de cada ano.
Quanto à elaboração escrita da síntese, minha única dificuldade foi no momento de digitá-lo, estava um pouco confusa nas perguntas, ao escrever sobre algum assunto, ficava em dúvida se colocava numa determinada pergunta ou na outra.
Gostei muito de tudo o que aprendi no semestre passado, registrei minhas aprendizagens, minhas mudanças (no campo profissional, pessoal, de estudante, colega), com certeza foram de grande valia para mim, tudo o que aprendi até o momento.
Minha maior preocupação era com a apresentação oral, onde cada aluno teria 10 minutos para apresentar oralmente seu trabalho com algum material de apoio, defendendo o que havia escrito no documento-síntese, com acréscimo de 5 minutos para perguntas e questionamentos, com o acompanhamento de uma “banca” nos avaliando, isso me preocupava a cada dia que se aproximava da apresentação do dia 7 de janeiro.
Momento antes da minha vez de apresentar já estava nervosa demais, mas quando comecei a falar minutos depois já não me sentia tão insegura quanto no início.
Ao terminar minha apresentação percebi que não estava tão nervosa quanto na primeira apresentação oral que realizamos no ano passado.
Confesso que sou uma pessoa insegura, ansiosa e nervosa demais, quando tenho que me expressar oralmente, por isso prefiro escrever a falar.
Sei que aos poucos vou conseguir superar esse medo de falar em público, é só praticar.

sábado, 8 de dezembro de 2007



Para mim, foi muito significativo realizar essa atividade, ensinar os passos de uma música para os alunos, fazendo com que eles acompanhassem o ritmo da mesma, exigindo muita concentração e atenção. Foi bastante produtivo, e satisfatório, podia ver a alegria estampada em seus rostos ao realizarem as atividades, queriam ensaiar os passos de todas as músicas do CD, numa única aula.
Hoje, posso dizer que compreendi a verdadeira maneira de trabalhar com a música em sala de aula, que até então trabalhava apenas com as letras das músicas, a que trazia algo que poderia relacionar com os assuntos trabalhados, não percebia, que também poderíamos explorar a questão do ritmo. “Vivendo e aprendendo”
Estamos sempre adquirindo novos conhecimentos, aprendendo coisas novas e interessantes para enriquecer o nosso fazer pedagógico. Basta querer fazer a diferença, pois, com amor, dedicação e persistência, se vai longe.





quarta-feira, 21 de novembro de 2007


O texto “Por que você ouve tanta porcaria?”, nos mostra a influência da mídia, na nossa preferência musical, que até então não imaginava, não questionava tamanho atrevimento. Vivemos em um mundo capitalista, tudo gira em torna do dinheiro, e se existe alguém que oferece é porque tem alguém que compra.
De certa forma a mídia nos manipula, de tanto ouvirmos as músicas que são sucesso no momento, acostumamos o ouvido e acabamos gostando delas.
Esse texto me fez abrir os olhos, para uma visão de mundo diferente, nos mostrando que não podemos de forma alguma deixar que nos manipulem, que somos capazes de aprender a diferenciar, distinguir e apreciar uma bela música. Nós como educadores precisamos incentivar nossos pequenos a terem suas próprias preferências musicais, terem seus próprios pensamentos e opiniões, não deixando se influenciar pelos outros, pelo que a mídia nos oferece questionar se realmente o que nos é oferecido é bom para ser apreciado por nós, se é cultura, se traz aprendizado, se realmente meche com nossos sentimentos....









Ao visitar a 6ª Bienal em POA, tive o privilégio de conhecer obras de Jorge Macchi e Francisco Matto. Riquíssimas obras de arte, trazendo diferentes significados em cada uma delas. As diversas obras expostas nos revelam que arte não é somente pintura, mas sim, como outros materiais podem transformar-se em arte. Algo que jamais imaginava que se tornaria uma obra de arte se transforma em algo fantástico, fascinante. Muito interessante trabalhar essas obras com nossos alunos, servindo com ponto de partida para enriquecer os assuntos a serem estudados, soltando a criatividade e imaginação dos mesmos, com obras de sua autoria.
Jorge Macchi é artista e músico, por isso, pode-se perceber a relação com a música em suas obras. Uma de suas obras que me chamou bastante a atenção, foi a “Doppel-gãnger”,de transformar as notícias trágicas de jornais em belas imagens, ou seja a obra é construída através das escritas trágicas do jornal. Achei fascinante.
Já as obras de Francisco Matto são feitas com os mais simples materiais possíveis Francisco Matto tem como objetivo, a democratização da arte. Usa cores fortes, cores primárias, formas geométricas, retratando bem a realidade da época.
Mostra-nos que com simplicidade e criatividade podemos construir belas obras.

terça-feira, 6 de novembro de 2007


Através do texto “Encantos para sempre” pude perceber a origem dos contos de fada, pessoas simples da comunidade, com pouca instrução, os verdadeiros autores dos contos de fada que conhecemos hoje, suas histórias não eram reconhecidas, devido a isso os escritores ganhavam prestígio e fama alterando essas histórias originais, tendo os contos de fada como de sua autoria.
Trabalhar Contos de fada com as crianças é fundamental para obter um melhor aprendizado, desenvolvendo o lúdico, o imaginário da criança, despertando e estimulando nelas o criar, o recriar,...entram num mundo fantástico, mágico, onde personagens ganham vida, cada história é uma nova experiência e descoberta para eles.
Por isso a importância de nós educadores resgatarmos esse mundo fascinante que encanta todas as crianças, trazendo mais alegria e vida para nossas aulas, estimulando-os a aprenderem coisas novas e interessantes, tornando nossas aulas mais prazerosas e atrativas.


Achei bastante interessante nesta semana, falar sobre nossos sonhos, trocar experiências com os colegas sobre o mesmo, uma experiência maravilhosa, pois é ele que comanda toda nossa vida.
Para sermos vencedores, é importante sonhar e acreditar sempre. Eles se transformam em realidade quando vamos em busca de nossas conquistas, nossos objetivos.
Sonhar com uma educação de melhor qualidade para nossas crianças, sendo elas o futuro do nosso país, cabe a cada um de nós fazer a diferença e incentivar nossos pequenos a irem em busca dos seus objetivos sempre, pois, são os sonhos que nos mantêm as esperanças e nos colocam na direção certa para termos ainda mais felicidade.
Sem sonhos, é como se vivêssemos ao acaso, como se todo nosso trabalho não tivesse continuidade, como se nada fosse realmente produtivo.
Sonhar nos ajuda a planejar atividades e determinar o que é preciso melhorar para vencer cada obstáculo. Procurar fazer O HOJE da melhor forma possível, com certeza AMANHÃ colheremos bons resultados.